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OGX de Eike Batista, encerrou ontem a sua recuperação judicial

03/08/2017 | 10h46
OGX de Eike Batista, encerrou ontem a sua recuperação judicial
Divulgação Divulgação

A OGX em comunicado aos seus sócios e ao mercado declara que por decisão do Juízo da 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro que foi decretado o encerramento do processo de recuperação judicial das Companhias, da OGX Austria GmbH e da OGX International GmbH na data de ontem, 02 de agosto.

Em 30 de outubro de 2013, as Companhias impetraram pedido de Recuperação Judicial, apresentando dívidas superiores a R$ 13,8 bilhões. Seus Planos de Recuperação Judicial foram submetidos à apreciação dos credores em 03 de junho de 2014 e aprovados pela maioria dos credores, representando mais de 90% dos créditos listados. Em 16 de outubro de 2014, a OGX realizou o aumento de capital que converteu créditos concursais e extraconcursais em ações, marco importante para a reestruturação das Companhias. Ainda nos termos da referida decisão judicial, o encerramento da fase judicial da recuperação atenderá aos ditames legais, sem prejuízo da continuidade do cumprimento dos planos de recuperação judicial e da solução de incidentes ainda pendentes de julgamento, os quais permanecerão a correr perante o juízo da recuperação judicial.

Adicionalmente, as Companhias informam também que há recursos pendentes de julgamento contra a decisão que homologou os planos de recuperação judicial, desprovidos, no entanto, de efeito suspensivo, e que, portanto, não obstam o encerramento do processo de recuperação judicial e a continuidade do cumprimento dos respectivos planos de restruturação aprovados pelos credores. Com o encerramento do processo de recuperação judicial, as Companhias estão aptas a iniciar uma nova fase, com foco no desenvolvimento de suas atividades.

O presidente da OGX, Paulo Narcélio declarou que a empresa segue com situação operacional delicada e luta para sobreviver. O projeto agora inclui a busca de um parceiro estratégico e a venda de parte de sua fatia de 40% no bloco BS-4, na Bacia de Santos. “Sozinhos não vamos conseguir sobreviver”, disse ele.

Ainda para o executivo, o fim do processo abre portas para negociações com investidores e fornecedores. “A OGX deixa de ter o carimbo horroroso da recuperação judicial e passa a ter planos de uma empresa normal, que busca atrair investimentos.”

No primeiro trimestre, a OGX amargou prejuízo de R$ 55 milhões. Embora tenha equacionado quase todo o passivo da recuperação judicial, a empresa ainda tem uma dívida de R$ 230 milhões. A OGX terá de pagar US$ 54 milhões (R$ 170 milhões) pela desconexão de uma plataforma em Tubarão Martelo. Resta também dívida de R$ 60 milhões com o consórcio detentor do BS-4.



Fonte: Redação/Assessoria
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