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Bacia de Campos

OGPar planeja nova fase em Tubarão Martelo

06/10/2014 | 10h30

 

A petroleira OGPar (ex- OGX) pretende iniciar a partir do ano que vem uma nova fase de produção em Tubarão Martelo, na Bacia de Campos. A companhia prevê conectar três poços ao FPSO (plataforma flutuante) OSX-3, que opera no campo, como parte da fase 2 de desenvolvimento da produção da área.
Tubarão Martelo produz, atualmente, cerca de 14,5 mil barris diários de petróleo, a partir de quatro poços produtores. A expectativa da empresa, que se encontra em recuperação judicial, é começar, em 2015, a reinjetar água para aumentar a produção do campo. Além de um poço injetor, o projeto inclui dois novos poços produtores entre 2015 e 2016. A segunda fase do campo deve produzir, no pico, 22 mil barris diários de óleo.
O último dos três novos poços deverá ser perfurado na fronteira de Tubarão Martelo com o campo de Polvo, operado pela HRT, que acredita na conexão entre as duas áreas de produção e discute na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a unitização (união dos dois campos num projeto único de produção) das áreas. A OGPar discorda da avaliação da HRT e espera comprovação da conexão de Tubarão Martelo com Polvo.
Tubarão Martelo é, atualmente, o principal ativo de produção da OGPar. O outro campo em operação da empresa, Tubarão Azul, também localizado na Bacia de Campos, está produzindo cerca de 3 mil barris diários.
Os dois campos exportaram, juntos, cinco cargas de petróleo para o exterior neste ano. De acordo com a OGPar, as cargas foram enviadas para Chile, EUA, China e duas vezes para a Europa. O quinto embarque, de 450 mil barris, está sendo realizado neste momento e tem como destino uma refinaria da companhia russa Lukoil, na Itália.
Tubarão Azul, contudo, ainda tem seu futuro incerto. Prevista para se esgotar inicialmente em setembro, a produção no campo tem se estabilizado em 3 mil barris diários nos últimos meses e pode prosseguir pelo menos até dezembro, segundo as projeções da petroleira. A OGPar, no entanto, ainda não tem previsão de quando as reservas se esgotarão definitivamente.
Se a produção for mantida no atual patamar, o campo poderá render à companhia uma receita de aproximadamente US$ 26 milhões até o final do ano. A OGpar tem conseguido negociar as cargas de petróleo produzido no campo, em média, por cerca de US$ 96 o barril.
A produção no campo só é rentável graças a um acordo entre a OGPar e OSX para revisão da taxa de afretamento do FPSO OSX-1, de US$ 400 mil para uma diária de US$ 35 mil. Para efeitos de comparação, a taxa diária de aluguel da OSX-3, que opera no campo Tubarão Martelo com capacidade para 100 mil barris diários, é de US$ 250 mil.
Se os custos da plataforma OSX-1, que possui capacidade para produzir 60 mil barris ao dia, tivesse sido mantido em US$ 400 mil por dia, as despesas com leasing e operação e manutenção (sem contar outras despesas, como operação logística) totalizariam, entre outubro e dezembro, mais de US$ 44 milhões, para um faturamento de US$ 26 milhões com a venda de óleo.
Nesta semana, a Justiça do Rio determinou o arresto das plataformas OSX-1 e OSX-3. As embarcações pertencem à OSX Leasing, subsidiária holandesa da OSX, empresa de construção naval de Eike Batista que se encontra em recuperação judicial desde novembro do ano passado.
A decisão atende ao pedido de uma credora da OSX, a empreiteira espanhola Acciona. Ao justificar sua decisão, o juiz da 39ª Vara Cível do Rio, Luiz Antonio Valiera do Nascimento, informou que há "evidente risco de dissipação patrimonial" no caso.
A OSX Leasing tem dívida em torno de R$ 300 milhões com a Acciona, mas, diferente de sua controladora, não está em recuperação judicial - processo que engloba as companhias OSX Brasil, OSX Construção Naval e OSX Serviços Operacionais.

A petroleira OGPar (ex- OGX) pretende iniciar a partir do ano que vem uma nova fase de produção em Tubarão Martelo, na Bacia de Campos.

A companhia prevê conectar três poços ao FPSO (plataforma flutuante) OSX-3, que opera no campo, como parte da fase 2 de desenvolvimento da produção da área.

Tubarão Martelo produz, atualmente, cerca de 14,5 mil barris diários de petróleo, a partir de quatro poços produtores.

A expectativa da empresa, que se encontra em recuperação judicial, é começar, em 2015, a reinjetar água para aumentar a produção do campo.

Além de um poço injetor, o projeto inclui dois novos poços produtores entre 2015 e 2016.

A segunda fase do campo deve produzir, no pico, 22 mil barris diários de óleo.

O último dos três novos poços deverá ser perfurado na fronteira de Tubarão Martelo com o campo de Polvo, operado pela HRT, que acredita na conexão entre as duas áreas de produção e discute na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a unitização (união dos dois campos num projeto único de produção) das áreas.

A OGPar discorda da avaliação da HRT e espera comprovação da conexão de Tubarão Martelo com Polvo.

Tubarão Martelo é, atualmente, o principal ativo de produção da OGPar.

O outro campo em operação da empresa, Tubarão Azul, também localizado na Bacia de Campos, está produzindo cerca de 3 mil barris diários.

Os dois campos exportaram, juntos, cinco cargas de petróleo para o exterior neste ano.

De acordo com a OGPar, as cargas foram enviadas para Chile, EUA, China e duas vezes para a Europa.

O quinto embarque, de 450 mil barris, está sendo realizado neste momento e tem como destino uma refinaria da companhia russa Lukoil, na Itália.

Tubarão Azul, contudo, ainda tem seu futuro incerto.

Prevista para se esgotar inicialmente em setembro, a produção no campo tem se estabilizado em 3 mil barris diários nos últimos meses e pode prosseguir pelo menos até dezembro, segundo as projeções da petroleira.

A OGPar, no entanto, ainda não tem previsão de quando as reservas se esgotarão definitivamente.

Se a produção for mantida no atual patamar, o campo poderá render à companhia uma receita de aproximadamente US$ 26 milhões até o final do ano.

A OGpar tem conseguido negociar as cargas de petróleo produzido no campo, em média, por cerca de US$ 96 o barril.

A produção no campo só é rentável graças a um acordo entre a OGPar e OSX para revisão da taxa de afretamento do FPSO OSX-1, de US$ 400 mil para uma diária de US$ 35 mil.

Para efeitos de comparação, a taxa diária de aluguel da OSX-3, que opera no campo Tubarão Martelo com capacidade para 100 mil barris diários, é de US$ 250 mil.

Se os custos da plataforma OSX-1, que possui capacidade para produzir 60 mil barris ao dia, tivesse sido mantido em US$ 400 mil por dia, as despesas com leasing e operação e manutenção (sem contar outras despesas, como operação logística) totalizariam, entre outubro e dezembro, mais de US$ 44 milhões, para um faturamento de US$ 26 milhões com a venda de óleo.

Nesta semana, a Justiça do Rio determinou o arresto das plataformas OSX-1 e OSX-3. As embarcações pertencem à OSX Leasing, subsidiária holandesa da OSX, empresa de construção naval de Eike Batista que se encontra em recuperação judicial desde novembro do ano passado.

A decisão atende ao pedido de uma credora da OSX, a empreiteira espanhola Acciona. Ao justificar sua decisão, o juiz da 39ª Vara Cível do Rio, Luiz Antonio Valiera do Nascimento, informou que há "evidente risco de dissipação patrimonial" no caso.

A OSX Leasing tem dívida em torno de R$ 300 milhões com a Acciona, mas, diferente de sua controladora, não está em recuperação judicial - processo que engloba as companhias OSX Brasil, OSX Construção Naval e OSX Serviços Operacionais.

 



Fonte: Valor Online
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