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Energia

Oferta de gás natural cresceu 7,4% no país em 2005

11/05/2006 | 00h00

A oferta interna total de gás natural cresceu 7,4% no Brasil em 2005 na comparação com o ano de 2004, apresentando o maior aumento entre as fontes de energia utilizadas no país, com um volume disponibilizado para consumo subindo de 54,5 milhões de metros cúbicos por dia para 58,5 milhões de metros cúbicos por dia. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (11/5) pelo presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, que apresentou resultados preliminares do Balanço Energético Nacional 2006 – Ano-Base 2005.

O trabalho mostra que a Oferta Interna de Energia (OIE), que reflete o somatório da produção interna com as importações diminuída das exportações e perdas de todas as fontes disponíveis no país, apresentou um acréscimo de 2,1% no ano passado. O destaque, além do gás, foi a energia hidráulica/eletricidade e os produtos da cana-de-açúcar, com crescimentos de 5,2% e 3,9% respectivamente. O crescimento de 2,1% da OIE foi equivalente ao crescimento da economia, que se expandiu 2,3% no ano passado.

O gás natural, de acordo com a EPE, é o energético que vem apresentando as maiores taxas de crescimento na matriz energética, tendo mais que dobrado a sua participação na oferta interna de energia no Brasil nos últimos anos, passando de 3,7% em 1998 para 9,4% em 2005. A produção de gás natural em 2005 cresceu 2 milhões de metros cúbicos diários – equivalente a um aumento de 4,3% – chegando a um volume total de 48,5 milhões de metros cúbicos por dia. Já a parcela correspondente à importação cresceu em 2,5 milhões de metros cúbicos por dia, ou 11,3%. O reflexo destes aumentos recai, principalmente, sobre os derivados de petróleo.

No caso da indústria, cujo consumo de gás totalizou 24,3 milhões de metros cúbicos por dia (alta de 16,9%), percebe-se a substituição do óleo combustível – em maior escala – e do gás liquefeito de petróleo (GLP) pelo gás natural. A atividade industrial que mais demandou o insumo em 2005 foi a química (6,8 milhões de metros cúbicos/dia), seguida de ferro-gusa e aço (3,7 milhões de metros cúbicos/dia) e cerâmica (2,8 milhões de metros cúbicos/dia).

 



Fonte: Redação
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