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Mudança

Odebrecht muda comando da Braskem

22/11/2010 | 10h21
A Braskem anuncia hoje ao mercado mudanças no comando na companhia, a maior petroquímica das Américas. O principal executivo da empresa, Bernardo Gradin, deixa a presidência da petroquímica. Em seu lugar assume o executivo Carlos Fadigas, que está à frente dos negócios do grupo nos Estados Unidos.


Fadigas deverá assumir o cargo entre o fim do primeiro trimestre de 2011 e início do segundo trimestre. Gradin, cuja família está entre os principais acionistas do grupo Odebrecht, controlador da petroquímica, deve ir para o conselho e depois assumir um cargo estratégico no grupo controlador.


No comando da Braskem desde o início do segundo semestre de 2008, Gradin foi o responsável pela condução do processo de internacionalização da companhia. No início deste ano, a Braskem anunciou a compra dos ativos da petroquímica Sunoco, nos EUA, por US$ 350 milhões, o que inclui três fábricas, e novas aquisições deverão ocorrer a partir do próximo ano. O executivo também coordenou os projetos da companhia no México, em fase adiantada, e na Venezuela, que está com o projeto de engenharia concluído. No Brasil, Gradin costurou o processo de incorporação da Quattor em parceria com a Petrobras, anunciado em janeiro.


Fadigas deverá permanecer no cargo de presidente da Braskem América até o grupo definir seu sucessor - que provavelmente será alçado do próprio grupo Odebrecht, segundo apurou o Valor. Aos 39 anos, o executivo teve boa parte de sua carreira desenvolvida na Odebrecht. Ele ingressou no grupo baiano em 1993 e tornou-se vice-presidente de finanças e relações com investidores da petroquímica em 2007.


O processo de sucessão no grupo é orquestrado pelos controladores do grupo. Marcelo Odebrecht, presidente do conselho de administração da petroquímica e principal executivo da Odebrecht, começou as mudanças em 2008, quando Gradin assumiu a presidência da Braskem no lugar de José Carlos Grubisich, que foi coordenar a ETH Bionergia, empresa sucroalcooleira criada um ano antes. Hoje, ela está entre as maiores produtoras de etanol do Brasil.


A meta da Braskem é se tornar uma das cinco maiores petroquímica do mundo nos próximos anos. Em 2011, a companhia vai investir cerca de R$ 1,6 bilhão para expandir seus negócios no país. Esse valor não inclui futuras aquisições dentro e fora do país. A empresa também está adotando uma nova estratégia ao começar a produzir matéria-prima a partir de cana, o chamado plástico verde. Uma fábrica com esse propósito está em operação em Triunfo (RS) e outra será construída em 2011 no país, mas o local ainda não foi definido.


Fonte: Redação/ Agências
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