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Petrobras

Obras do Comperj continuam

02/12/2008 | 03h23

O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, descartou ontem qualquer possibilidade de alteração no cronograma para a construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que deverá receber investimentos de US$ 8,5 bilhões para entrar em operação em 2013. “Obras iniciadas não vão parar”, garantiu.

 

A mesma ênfase dada ao compromisso com o cronograma do Comperj, no entanto, não foi repetida ao ser indagado sobre a manutenção das obras das refinarias premium, que foram anunciadas para serem construídas no Maranhão e no Ceará e que receberão juntas investimentos de US$ 30 bilhões. “Não dá para fazer qualquer comentário sobre as duas refinarias no momento, porque estamos em meio à revisão do nosso plano de investimentos. Qualquer decisão sobre elas será divulgada após concluirmos este plano”, disse.

 

Discordando de análises do mercado que apontam o risco de encolhimento no mercado petroquímico por conta da crise financeira mundial, Costa disse que até a entrada em operação do Comperj, em 2013, a situação já estará normalizada no mercado internacional.

 

“Considero uma miopia esta análise que vem sendo espalhada por aí de que poderíamos alterar este cronograma por conta da crise. É uma visão míope”, frisou, destacando que, “pelo contrário, momento de crise é que a hora ideal para investir mais”. Para o diretor, o cenário negativo internacional - com o preço de petróleo na casa dos US$ 50 - também não deve perdurar. “Muito se fala sobre o fato de os estoques mais elevados e a produção mundial acima do consumo, mas esquece-se de dizer que todos os campos produtores têm um declínio de 10% de sua produção ano a ano. Considerando que a produção mundial fica na casa dos 82 milhões de barris por dia, é fato que é preciso acrescentar mais oito milhões de barris por ano a este volume, o que não é pouco”, disse.

 

Para Costa, a tendência é de que o preço do barril se estabilize já no início do próximo ano na faixa dos US$ 70 a US$ 80. “Assim como não acreditávamos que o valor ficaria nos US$ 150, também não acreditamos que se mantém nos US$ 50″, disse.



Fonte: Jornal do Commercio
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