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Discurso

Obama cita o Brasil como exemplo de uso de biocombustível

31/03/2011 | 15h18
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, citou o Brasil como um exemplo do uso de biocombustíveis. O presidente americano fez um discurso nesta quarta-feira no qual estabeleceu a meta de cortar em um terço a importação de petróleo nos próximos 10 anos.


"Se alguém duvida do potencial desse combustível, veja o Brasil. Mais da metade, a metade, dos veículos no Brasil rodam com biocombustíveis", mencionou Obama ao falar se segurança energética nos Estados Unidos.


O presidente americano citava os biocombustíveis como uma das alternativas ao consumo do petróleo. Ele disse que biocombustível não é só etanol, mas também aqueles feitos de biomassa e bagaço.


Em outro momento do discurso, Obama indicou que não vai reduzir as importações de petróleo do Brasil. Em sua visita ao país há dez dias, Obama prometeu que os EUA seriam um cliente da produção de petróleo retirado do pré-sal. Ele acrescenta que os Estados Unidos vão compartilhar seu conhecimento e tecnologia com o Brasil para exploração dessas reservas.


PRODUÇÃO PRÓPRIA


Obama iniciou o discurso citando o impacto do aumento dos combustíveis na vida dos americanos, que são obrigados a pagar preços elevados da gasolina na bomba.


Em seguida, afirmou que vai incentivar o aumento da produção nacional de petróleo, gás natural e biocombustível.


No discurso em que apontou grande preocupação com os preços dos combustíveis, Obama disse que o país tem que frear a dependência americana de petróleo importado. Cerca de metade do consumo de combustível nos EUA é de óleo importado.


'Não existem correções rápidas (...). E nós vamos continuar sendo vítimas de mudanças no mercado de petróleo até que sejamos sérios sobre o políticas de longo prazo para uma energia segura, acessível', disse Obama.


As propostas do presidente dos EUA para aumentar a segurança energética do país foram divulgadas em um momento de alta dos preços do petróleo, que ultrapassou US$ 115, devido a onda de revoltas no Oriente Médio e agravadas pela incursão dos aliados na Líbia.


Em um discurso feito em janeiro, Obama declarou que queria que 80% da eletricidade do país viesse de fontes limpas de energia, inclusive a nuclear, em um prazo de 25 anos.


Na visita do presidente americano pela América Latina, Obama dedicou parte das conversas com as autoridades do Brasil, Chile e El Salvador aos assuntos energéticos, como a geração de energia limpa. De concreto, discutiu no Brasil a possibilidade de o país passar a ser um exportador líquido de petróleo com a exploração de óleo nas reservas do pré-sal. Obama assegurou ao governo brasileiro que os Estados Unidos serão seu melhor cliente.


Ex-presidentes dos EUA já fizeram promessas semelhantes sobre a importação de energia e falharam. E qualquer nova iniciativa de política energética deve contar com dura oposição do partido Republicano, que controla o equivalente à Câmara dos Deputados no Congresso.


Republicanos fizeram piada sobre a proposta de Obama de reduzir a importação de petróleo depois da visita do presidente americano ao Brasil, onde ele disse que os Estados Unidos queriam ser clientes do petróleo produzido a partir das reservas do pré-sal.


Fonte: Correio do Estado
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