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Retomada

O pior ficou pra trás, avalia Guilherme Mercês da Firjan

10/04/2017 | 14h05
O pior ficou pra trás, avalia Guilherme Mercês da Firjan
Antonio Batalha, Firjan Antonio Batalha, Firjan

O economista-chefe da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Guilherme Mercês, ressaltou o papel das reformas econômicas do governo federal na retomada da economia e da confiança dos agentes econômicos. Durante evento sobre Previdência no Rio de Janeiro, avaliou que a mudança de rumos na economia gera mais otimismo e contribui para diminuir o risco do País.

“A gente tem um cenário de mudanças. A taxa de juros descendo de forma significativa e a economia se recuperando”, afirmou o economista em debate no seminário “Previdência Social no Brasil: Aonde Queremos Chegar”, organizado pelo jornal O Globo.

Para o economista, as reformas econômicas ajudaram a diminuir o chamado “risco país”, termo usado para medir a segurança de um País para investimentos, e contribuíram para reduzir as expectativas de inflação e taxa de juros. Segundo ele, a taxa de câmbio, atualmente cotada em cerca de R$ 3,00, é reflexo dessas variáveis.

“A gente tem visto recorrentemente a revisão para baixo das expectativas de inflação. Com isso, há uma queda significativa da taxa de juros. Isso traz perspectivas muito favoráveis para a recuperação da atividade”, afirmou Mercês. “O fim do poço parece ter ficado para trás”, pontuou.

No primeiro trimestre, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, fechou em 0,96%, melhor resultado para o período desde a criação do Plano Real, em 1994.



Fonte: Redação/Assessoria
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