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Distribuição

O comando da maior distribuidora do país está vago com a saída de Rodolfo Landim

24/04/2006 | 00h00

Rodolfo Landim deixa a presidência da Petrobras Distribuidora em meio à festa da auto-suficiência em petróleo e à crise da Varig – uma das devedoras da Companhia. Há boatos de que o setor privado seja o rumo do engenheiro que integra os quadros da Petrobras há nada menos que 26 anos.

Um possível desgaste com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a crise da Varig com a BR Distribuidora, que negou pedido de crédito de R$ 240 milhões à companhia de aviação, podem pesado nesta saída intempestiva de Landim.

Sua demissão foi anunciada no apagar das luzes de um final de semana prolongado, no qual a Petrobras promoveu inúmeras atividades em todo o país por conta da entrada em operação da P-50. O que provocou certo mal estar na companhia petrolífera.

Foi a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, quando ela assumiu o Ministério de Minas e Energia, que indicou Rodolfo Landim para a presidência da BR Distribuidora, surpreendendo às expectativas do mercado. Afinal, Landim fora um dos homens de confiança de Phillipe Reichstul, ex-dirigente da estatal, que o incumbiu de gerenciar a crise provocada pelo derramamento de óleo na Baia de Guanabara, em 2001.

Acreditando que a ministra Rousseff continuará a pesar na indicação do posto de presidente da BR Distribuidora, logo nas primeiras horas do dia surgiram boatos de que Maria das Graças Silva Foster, presidenta da Petroquisa, poderia vir a substituir Landim.

Cargo cobiçado

Esta definição poderá se estender um pouco, uma vez que a saída de Landim pegou muita gente de surpresa. Mas é acirrada a disputa pelo comando da distribuidora que domina quase 40% do mercado, com mais de 7.000 postos espalhados pelo país – estes são os números oficiais com os quais a empresa trabalhe hoje, ainda que haja mais postos com algum indicador da bandeira BR, embora não tenham mais relações comerciais com a companhia.

Na realidade, mais do que comandar uma rede de postos, o novo dirigente terá que administrar uma verdadeira financeira, que tem algo em torno de R$ 2 bilhões em crédito no mercado, distribuídos entre os quase 15 mil clientes da Companhia – entre eles, a Varig, a única que tem sua situação avaliada diretamente pelo Conselho de Administração da distribuidora, presidido pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.



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