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E&P

Novo modelo de independentes na Sexta Rodada

20/05/2004 | 00h00
A Sexta Rodada de Licitações da ANP, marcada para agosto, já poderá contar com a participação de um novo modelo de empresa de petróleo independente, que tem como base a abertura de capital e a formação de joint-ventures entre um grupo de especialistas do setor e entidades financeiras. O novo modelo garante a capacidade de financiamento tanto para a atividade de produção como para a exploração dos blocos vizinhos a campos maduros, oferecidos nesta rodada da ANP.
O executivo Eduardo Rappel, ex-presidente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), criou recentemente a Expex Consultoria, voltada para reunir os grupos e formar empresas que tenham as características necessárias para atuar neste mercado.
O modelo desenvolvido pela Expex é semelhante ao utilizado na Austrália e no Canadá. "O capital aberto é uma forma de dar segurança e atrair o investidor. Enquanto nesses países as petroleiras independentes são contadas em milhares, no Brasil há cinco ou seis e todas são sociedade limitada. Ninguém quer investir nisso, porque um dia o empresário muda de ramo, fecha a empresa e o investidor fica sem o negócio", analisa Rappel. 
Na Sexta Rodada, a Expex pretende participar num sistema de "farm in prévio", definindo com uma outra empresa que esteja cadastrada na ANP, o percentual de participação no bloco que venha a ser adquirido. "Não temos tempo hábil para participar nesta licitação sem esta associação, mas já há empresas técnicas e bancos firmando acordos, só não posso dizer quais porque isso envolve sigilo", comenta.
Segundo Rappel, os blocos oferecidos pela ANP são muito promissores. Ainda que não sejam campos maduros nos quais o risco é zero, os campos exploratórios destinados às independentes são localizados ao lado de áreas produtivas. "Tem muita coisa boa, sim", comentou.
Sobre a negativa da Petrobras em liberar os campos de produção, Rappel acredita que esta seja uma tendência temporária e que deverá ser modificada a curto prazo. "Em um ano creio que a Petrobras estará voltando a disponibilizar os blocos maduros a terceiros, como fazem todas as empresas do mundo. Para mudar esta mentalidade, basta que o acionista fique sabendo que o barril de petróleo na Bacia de Campos custa US$ 4 ou US$ 5 para ser produzido e o barril no Recôncavo custa US$ 12 ou US$ 14. A Petrobras deveria divulgar mais este tipo de informação", sugeriu.

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