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Indústria Naval

Norte fluminense terá estaleiro da BR Offshore

06/12/2011 | 10h51
A BR Offshore, holding de investimentos para o setor de óleo e gás, já começou a estruturar um estaleiro de reparos de embarcações offshore no Canal das Flechas, entre os municípios de Campos dos Goytacazes e Quissamã, no norte fluminense. O investimento previsto é de R$ 450 milhões, e o projeto vislumbra uma base de apoio operacional para barcos e um condomínio industrial de serviços e logística.

O empreendimento será instalado no Complexo Logístico e Industrial Farol, de Barra do Furado, em um terreno com 611 mil metros quadrados, e está a cargo de uma subsidiária integral da empresa Terminal de Serviços e Logística de Barra do Furado. As obras de infraestrutura, sob responsabilidade dos governos federal, estadual e municipal, estão calculadas em R$ 133,5 milhões e incluem dragagem, obras de enrocamento e extensão de um píer. Elas serão realizadas por um consórcio, formado por Odebrecht, Queiroz Galvão e OAS.

De acordo com o presidente da companhia, Ricardo Vianna, a expectativa é começar a construção em abril de 2012, com início de operações em 2013. A licença de instalação, a cargo do Instituto do Ambiente do Rio (Inea), pode ser concedida até o fim do primeiro trimestre do ano que vem, já que há licenciamento para as obras de dragagem do canal.

O estaleiro de reparos de barcos de apoio marítimo da BR Offshore vai ocupar 115 mil metros quadrados, cerca de 20% da área total da empresa no local. A unidade, equipada com elevadores para tirar navios de até 6 mil toneladas da água, terá capacidade para fazer manutenção em quatro barcos docados em seco de forma simultânea em uma primeira fase. Em 2014, de acordo com previsões, o estaleiro poderá atender 72 embarcações, cerca de 25% da frota estimada para aquele ano.

A base de apoio do terminal permitirá atracar 10 barcos ao longo do cais considerando a existência de uma área coberta para ancoragem dos navios. O terminal também vai se ligar a um heliponto com estação de passageiros.

No condomínio de serviços, a empresa pretende atrair entre cinco e seis empresas fornecedoras da indústria de petróleo que poderão criar 5 mil empregos diretos e vão contar com terminal alfandegado. Paulo Salles, presidente do conselho da BR Offshore, disse que quando o projeto estiver operacional deve gerar mil empregos diretos.

Além desse projeto, a BR Offshore pretende criar outros dois centros logísticos para o setor de petróleo e gás na costa brasileira: um para a Bacia de Santos, em lugar ainda não anunciado, e outro para a região Nordeste do Brasil.


Fonte: Redação/ Agência
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