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Eletricidade

Nordeste usa energia complementar de térmicas

05/09/2012 | 16h57

 

A seca acentuada no Nordeste acarretou aumento de transferência de energia térmica de 2,5 mil megawatts (MW) para a região. Segundo o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, o aumento de carga terá influência no valor da conta do consumidor, já que a energia complementar de termelétricas convencionais é mais onerosa que a de hidrelétricas.
“Qualquer geração térmica complementar, seja por restrição elétrica ou razão energética, é paga como encargo de serviço do sistema e isso vai para a conta do consumidor”, explicou Chipp, durante o seminário Inserções de Novas Fontes Renováveis e Redes Inteligentes no Planejamento Energético Nacional, na manhã desta quarta-feira (5), na Coordenação de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ).
Ele descartou, entretanto, qualquer possibilidade de falta de energia na região. Segundo ele, a complementação serve apenas para garantir que o nível nos reservatórios seja mantido em novembro. “É para evitar que o armazenamento caia muito, porque a fluência lá está na média de 40% a 60% da média histórica”.
O diretor do órgão lembrou que nessa época é comum acionar térmicas para o fornecimento de energia no Nordeste, mas que a transição, este ano, do período seco para o úmido está se estendendo mais do que em 2011. “A hidrologia no ano passado foi muito boa e gerou muito pouca térmica complementar, mas agora, com o El Niño, ele tende a gerar mais termo”, declarou.

A seca acentuada no Nordeste acarretou aumento de transferência de energia térmica de 2,5 mil megawatts (MW) para a região. Segundo o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, o aumento de carga terá influência no valor da conta do consumidor, já que a energia complementar de termelétricas convencionais é mais onerosa que a de hidrelétricas.


“Qualquer geração térmica complementar, seja por restrição elétrica ou razão energética, é paga como encargo de serviço do sistema e isso vai para a conta do consumidor”, explicou Chipp, durante o seminário Inserções de Novas Fontes Renováveis e Redes Inteligentes no Planejamento Energético Nacional, na manhã desta quarta-feira (5), na Coordenação de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ).


Ele descartou, entretanto, qualquer possibilidade de falta de energia na região. Segundo ele, a complementação serve apenas para garantir que o nível nos reservatórios seja mantido em novembro. “É para evitar que o armazenamento caia muito, porque a fluência lá está na média de 40% a 60% da média histórica”.


O diretor do órgão lembrou que nessa época é comum acionar térmicas para o fornecimento de energia no Nordeste, mas que a transição, este ano, do período seco para o úmido está se estendendo mais do que em 2011. “A hidrologia no ano passado foi muito boa e gerou muito pouca térmica complementar, mas agora, com o El Niño, ele tende a gerar mais termo”, declarou.

 



Fonte: Agência Brasil
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