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Hidrelétrica

Nível do reservatório da usina de Itaipu voltar a subir

15/02/2013 | 09h36

 

Mesmo com uma produção suficiente para atender a demanda de energia dos sistemas brasileiro e paraguaio, as chuvas dos últimos dias, em especial na área de influência da Itaipu Binacional, têm contribuído para a elevação do nível do reservatório da usina. A expectativa é que a situação se normalize aos poucos.
Hoje, a usina está operando na cota 217,44 metros acima do nível do mar, quase um metro e meio a mais do que duas semanas atrás.
No período de maior escassez de água deste verão, a usina chegou a operar na cota 216,08. Como precaução, Itaipu operou em alguns momentos a fio d’água, ou seja, somente utilizando a água disponível de seus afluentes para gerar energia, sem recorrer ao reservatório, que funciona como uma espécie de estoque.
Já vinha chovendo de forma consistente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, mas as usinas acima de Itaipu, localizadas na mesma Bacia do Paraná, estavam com o armazenamento muito baixo e aproveitaram também para recuperar o nível de seus reservatórios.
Para a região da Itaipu, o cenário hidrológico, tanto a curto e a médio prazo, é favorável. O período chuvoso deve permanecer nos próximos cinco dias, com chuvas moderadas e fortes.
Se as previsões dos serviços meteorológicos se confirmarem, esse panorama positivo se estende ao menos por mais 15 dias.
A expectativa é que chova acima da média na região denominada incremental, que abrange os Rios Piquiri e Ivaí, no Paraná. Esses dois rios, que têm influência direta no reservatório de Itaipu, representam algo em torno de 20% das águas que chegam à usina. Na bacia do Rio Piquiri choveu, nos últimos seis dias, 110 milímetros, e na bacia do Rio Ivaí, outros 100 milímetros. Na região do reservatório choveu bem: mais de 80 milímetros de sexta (8) até esta quinta-feira (14).
Nas Cataratas, rio também sobe
   
Nas Cataratas, fronteira do Brasil com a Argentina, o volume de água também vem aumentando com as chuvas do Rio Iguaçu (bacia diferente da Itaipu, que é abastecida pelo Rio Paraná). A vazão de quinta-feira (14) no local chegou a 1.700 metros cúbicos de água por segundo. A vazão considerada média para o local nessa época é de 1.200 metros cúbicos de água por segundo.

Mesmo com uma produção suficiente para atender a demanda de energia dos sistemas brasileiro e paraguaio, as chuvas dos últimos dias, em especial na área de influência da Itaipu Binacional, têm contribuído para a elevação do nível do reservatório da usina. A expectativa é que a situação se normalize aos poucos.


Hoje, a usina está operando na cota 217,44 metros acima do nível do mar, quase um metro e meio a mais do que duas semanas atrás.


No período de maior escassez de água deste verão, a usina chegou a operar na cota 216,08. Como precaução, Itaipu operou em alguns momentos a fio d’água, ou seja, somente utilizando a água disponível de seus afluentes para gerar energia, sem recorrer ao reservatório, que funciona como uma espécie de estoque.


Já vinha chovendo de forma consistente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, mas as usinas acima de Itaipu, localizadas na mesma Bacia do Paraná, estavam com o armazenamento muito baixo e aproveitaram também para recuperar o nível de seus reservatórios.


Para a região da Itaipu, o cenário hidrológico, tanto a curto e a médio prazo, é favorável. O período chuvoso deve permanecer nos próximos cinco dias, com chuvas moderadas e fortes.


Se as previsões dos serviços meteorológicos se confirmarem, esse panorama positivo se estende ao menos por mais 15 dias.


A expectativa é que chova acima da média na região denominada incremental, que abrange os Rios Piquiri e Ivaí, no Paraná. Esses dois rios, que têm influência direta no reservatório de Itaipu, representam algo em torno de 20% das águas que chegam à usina. Na bacia do Rio Piquiri choveu, nos últimos seis dias, 110 milímetros, e na bacia do Rio Ivaí, outros 100 milímetros. Na região do reservatório choveu bem: mais de 80 milímetros de sexta (8) até esta quinta-feira (14).



Nas Cataratas, rio também sobe

 

Nas Cataratas, fronteira do Brasil com a Argentina, o volume de água também vem aumentando com as chuvas do Rio Iguaçu (bacia diferente da Itaipu, que é abastecida pelo Rio Paraná). A vazão de quinta-feira (14) no local chegou a 1.700 metros cúbicos de água por segundo. A vazão considerada média para o local nessa época é de 1.200 metros cúbicos de água por segundo.



Fonte: Redação
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