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Energia Elétrica

Nível de reservatórios cai a 24,7%

02/09/2014 | 13h08

 

Um dos temas principais da pauta de discussões do segundo dia do Encontro Brasil-Alemanha, ontem, segunda-feira, foi a infraestrutura dos dois países. Empresários e representantes de setores ligados à indústria falaram de logística e mobilidade como fatores principais para garantir a competitividade e aumentar as parcerias entre os dois países.
A infraestrutura é um dos principais pontos de avanço para o Brasil, na visão de empresários e governantes alemães. Só com um setor mais bem integrado e ágil vai ser possível aumentar o comércio e equilibrar a balança comercial.
Atualmente, a Alemanha é o quarto principal parceiro comercial do Brasil. Nos últimos cinco anos, as exportações brasileiras cresceram 6,1%, enquanto as importações aumentaram 53,8%.
A comitiva reunida na Alemanha acredita que, para a relação comercial ficar mais igualitária, é preciso que o Brasil também tenha condições de agregar valor aos produtos, o que passa principalmente pelo custo de produção e transporte.
Em Hamburgo, onde acontece o encontro, está um grande exemplo de como o sistema logístico pode funcionar. A cidade tem o maior porto de contêineres da Alemanha. Os produtos chegam de trem, sem ter de esperar horas ou dias para descarregar.
A delegação brasileira também reconhece a necessidade das melhorias para o transporte de cargas no Brasil e cobra investimentos em ferrovias e rodovias pra agilizar o processo. O vice-presidente da Confederação Nacional Indústria (CNI), Paulo Tigre, estima que para o Brasil começar a crescer consideravelmente, os investimentos em infraestrutura deveriam ir dos atuais 17% do PIB para até 24%.
Ao final do encontro econômico, a CNI e a sua congênere alemã, a Federação das Indústrias Alemãs (BDI), vão elaborar um relatório que será encaminhado aos governos dos dois países.
Udo formaliza convite
As atividades do dia foram encerradas com a divulgação oficial de Joinville como a sede do Encontro Econômico Brasil-Alemanha de 2015. O prefeito Udo Döhler discursou em alemão e apresentou a cidade.
Nesta terça-feira, o convite aos empresários alemães para que participem da próxima edição do evento vai ser feito em Frankfurt, o que encerra as atividades de boa parte da comitiva catarinense na Alemanha.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) prevê que os reservatórios das hidrelétricas do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o principal do país, chegarão ao fim de setembro com apenas 24,75% de armazenamento.

O volume, quase metade do observado em igual período do ano passado, é quatro pontos percentuais superior ao registrado no fim de setembro de 2001, na época do racionamento.

Hoje, porém, o país tem uma matriz energética mais diversificada, com mais termelétricas que naquela época, por exemplo.

De acordo com o relatório mais recente do órgão, a marca de 24,75% deverá ser atingida a partir da adoção da política de operação energética que dá prioridade à preservação dos estoques armazenados nos reservatórios localizados nas cabeceiras dos rios Grande (MG-SP), Paranaíba (MG) e São Francisco.

Em condições normais, a expectativa de estoque era de apenas 24,2%.

A situação também é crítica com relação ao Nordeste, onde o ONS espera chegar no fim de setembro com 21,7% da capacidade dos reservatórios.

A marca é inferior à observada em igual período do ano passado (30,9%), porém maior que a registrada no fim de setembro de 2001, de apenas 12,48%.

Os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste encerraram agosto com 30,27% de armazenamento, com queda acumulada de 4,1 pontos percentuais no mês.

Já os lagos das usinas do Nordeste fecharam o mês com 27,25% de estoque, o que significa um recuo acumulado de 5,1 pontos percentuais.

No Sul, o nível dos reservatórios caíram 17 pontos percentuais em agosto e terminaram o mês com 73,49% de armazenamento, enquanto o nível no Norte ficou em 64,73%, com queda acumulada de 20,2 pontos percentuais.

Com relação à previsão de chuvas, a situação também não é das melhores. O ONS estima um volume de chuvas de 70% da média histórica para setembro no Sudeste/Centro-Oeste.

No Nordeste, a expectativa é uma ocorrência de chuvas da ordem de 57% do histórico para o período.

“Preveem-se afluências abaixo da média histórica para os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e Norte, e próximas desta média para o subsistema Sul”, disse o ONS, no relatório.

Com relação a esta semana, a expectativa do operador é de chuva fraca à moderada nas bacias dos rios Uruguai (RS-SC), Jacuí (RS), Iguaçu (PR), Paranapanema (SP-PR) e Tietê (SP), e chuva fraca nas bacias dos rios Grande e Paraíba do Sul (RJ-SP-MG).

Diante da deterioração do quadro climático, o preço de liquidação de diferenças (PLD, ou o preço da energia no mercado de curto prazo) aumentou cerca de 5% nesta semana, passando de R$ 695,03 por megawatt-hora (MWh) para R$ 728,81/MWh.

O ONS também prevê que o consumo de energia em setembro alcance 63.778 megawatts (MW) médios. O volume é 0,6% maior que igual período de 2013.

 



Fonte: Valor Econômico
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