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Energia elétrica

Neoenergia investirá R$ 500 milhões

26/11/2004 | 00h00

A holding Neoenergia, antiga Guaraniana, vai investir mais de R$ 500 milhões nos próximos dois anos para melhorar a sua rede de distribuição, integrada pelas distribuidoras Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) e Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern).
Os investimentos foram anunciados ontem pelo presidente da holding, Marcelo Corrêa, e serão aplicados entre 2005 e 2006. A Neoenergia também prepara o lançamento de uma série de debêntures, no valor de R$ 315 milhões, para complementar os recursos necessários aos investimentos nas termelétricas Termopernambuco, em Pernambuco, e para atender ao acordo firmado com a Petrobras para o fornecimento de gás natural para a Termoaçu, no Rio Grande do Norte.
Corrêa disse que os investimentos na melhoria da malha de distribuição da empresa devem começar a partir de janeiro, quando a empresa espera que os recursos originários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comecem a ser liberados. O executivo observou que, somente para o ano de 2005, os investimentos na melhoria da distribuição de todas as empresas do grupo devem chegar a R$ 400 milhões.
A emissão de debêntures não conversíveis deve ser lançada ao mercado no próximo mês. Corrêa explicou que o processo já está na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e que as perspectivas em torno do lançamento são bastante otimistas. "Temos garantia firme de compra. Não existe risco. O que temos de fazer agora é cumprir a burocracia", disse.
Além do lançamento das debêntures e da expectativa em torno da liberação dos recursos por parte do BNDES, a Neoenergia também está pleiteando, junto ao próprio banco estatal, recursos de aproximadamente R$ 900 milhões que seriam empregados no alongamento da dívida do grupo, já a partir do próximo ano, que hoje chega a R$ 4 bilhões. Somente a Celpe tem débitos no valor aproximado de R$ 1 bilhão.
"Se tudo der certo, teremos uma das melhores estruturas do setor em todo o país", afirmou Corrêa. Segundo ele, o programa de capitalização destinaria cerca de R$ 450 milhões para a Coelba, R$ 230 milhões para a Celpe e R$ 120 milhões para a Cosern.
Corrêa também reafirmou o interesse em participar do leilão de energia nova que deverá acontecer em 2005. O grupo estaria esperando apenas a definição das regras e o anúncio das fontes de financiamento que seriam disponibilizadas pelo Governo Federal para o leilão. "Queremos expandir nossa capacidade de geração, principalmente a geração hídrica", disse.
Atualmente o grupo possui apenas uma usina hidrelétrica localizada em Itapebi (BA). A capacidade total de geração da Neoenergia, quando somados os empreendimentos de Itapebi, Termopernambuco e a participação que a empresa mantém na Termoaçu, é de 1090 MW. Segundo Corrêa, a preferência para uma nova usina é a região Norte, onde a oferta de água é mais abundante. A comercialização desta energia seria feita através de um pool de distribuidoras.
A Neoenergia lucrou até setembro deste ano R$ 206 milhões, com uma receita líquida consolidada de R$ 3 bilhões.



Fonte: Valor Econômico
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