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Mexilhão

Negociações são parte de estratégia para o Cone Sul

11/01/2006 | 00h00

As negociações entre a Petrobras e a Repsol a respeito da participação no campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, envolvem as estratégias das duas empresas para todo o Cone Sul e consideram os projetos de integração regional. A afirmação foi feita pelo gerente executivo de Exploração e Produção da Petrobras,Francisco Nepomuceno, durante a assinatura dos contratos da Sétima Rodada de Licitações, nesta quarta-feira (11/01), no Rio de Janeiro.

Nepomuceno garante que a companhia espanhola concorda em garantir o abastecimento do mercado brasileiro de gás natural, mas admite que as negociações entre as duas empresas envolvem questões a respeito da comercialização do gás e uma visão estratégica regional, uma vez que a Repsol tem forte participação na Argentina e na Bolívia a partir da aquisição da YPF.

No mercado brasileiro, as duas companhias estudam a possibilidade de realizar a comercialização do gás em conjunto diretamente para as distribuidoras estaduais, ao invés de determinar que a Repsol venda sua parte do volume extraído para a Petrobras.

Atualmente, a Petrobras está finalizando os estudos para a avaliação do volume de gás recuperável no campo de Mexilhão. Nepomuceno informa que já foi perfurado o poço horizontal de 1000 metros e que os resultados sobre a produtividade do campo deverá ser divulgada em duas semanas. O acordo entre Repsol e Petrobras sobre os modelos e percentuais de participação no campo, no entanto, só deverá ser formalizado em cerca de dois meses.

O volume de reservas do campo de Mexilhão é de 8 tcf ou 224 bilhões de m³ de gás natural. No entanto a produtividade é medida pelo volume que é possível ser extraído no decorrer de 30 anos.

Além do campo de Mexilhão, a Petrobras também realiza estudos de avaliação sobre as cerca de 20 áreas exploratórias nas quais foram feitas descobertas desde 2003. Com as descobertas, que incluem Mexilhão e Jubarte, entre outros campos, a Petrobras acenou com a possibilidade de incoroporação de 6,6 bilhões de barris de óleo equivalente (BOE) a suas reservas. Deste total, 4,4 bilhões de BOE já foram incorporados e a análise do restante de reservas deverá ser concluída até o final do ano.



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