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Evento

Naval Summit discute competitividade da indústria naval brasileira

24/10/2012 | 16h19

 

Apesar da demanda interna aquecida e dos incentivos do governo, para se tornar competitiva a indústria naval brasileira tem muitos desafios a superar. A discussão dos fatores que podem melhorar a competitividade de estaleiros e fabricantes de navipeças nacionais ganhará espaço durante o 3º Naval Sumit, que a IBC vai promover no Rio de Janeiro de 27 a 29 de novembro.
Segundo o Sinaval, que estará representado no evento pelo secretário-executivo Sergio Leal, o país agrupa 52 estaleiros que geram 62 mil empregos e trabalham freneticamente para atender a uma lista de pedidos que deve incluir, até 2020, 50 plataformas, 50 sondas, 500 embarcações de apoio e 130 petroleiros. O segmento offshore é o que mais impulsiona o setor, e no evento serão discutidos os planos de desenvolvimento das principais operadoras de O&G, a renovação e modernização da frota, investimentos em apoio marítimo, cabotagem e nevagação.
Uma sessão especial do Naval Summit trará ao público a atualização de projetos, com apresentações sobre o Estaleiro Guarujá 2, da Wilson, Sons, e da unidade de construção naval no Porto de Açu. A Wilson, Sons está investindo US$ 50 milhões no estaleiro, que terá um dique seco para o lançamento de embarcações PSV de tamanho médio, e o detalhamento do projeto será conduzido pelo diretor da empresa, Adalberto Souza. Pela OSX falará o diretor da unidade de construção naval, Danilo Baptista.
A concorrência internacional será objeto de análise do professor Luciano Pires, do Coppe/UFRJ e vice-presidente da Sobena. “Apesar da qualificação da engenharia naval brasileira, há um gargalo na engenharia de processos por causa de uma defasagem tecnológica do Brasil em relação aos países que se destacam no setor” afirma. “Todos os grandes estaleiros da Coreia do Sul, Japão e China tem centro de pesquisa próprio, que desenvolve processos, inovações, adaptações e produtos mais adequados às condições de produção do próprio estaleiro e que otimizam tempo e custo de produção” acrescenta.
A grade do 3º. Naval Summit inclui um seminário no dia 27 para debater a questão da capacitação de mão de obra para o setor naval, dois dias de sessão plenária e um workshop, na tarde do dia 29, sobre o desenho e construção de FPSOs.
A terceira edição do Naval Summit é uma iniciativa da IBC com o patrocínio da Mundivisas, Aveva e Man Turbo & Diesel.
Agenda
3º Naval Summit
Dias 27, 28 e 29 de novembro de 2012.
Local: Windsor Barra Hotel - Rio de Janeiro, RJ
Horário: das 8h30 às 18h00
Organização: IBC, empresa do Informa Group
Informações: 11-3017-6808 ou imprensa@informagroup.com.br
www.informagroup.com.br/navalsummit

Apesar da demanda interna aquecida e dos incentivos do governo, para se tornar competitiva a indústria naval brasileira tem muitos desafios a superar. A discussão dos fatores que podem melhorar a competitividade de estaleiros e fabricantes de navipeças nacionais ganhará espaço durante o 3º Naval Sumit, que a IBC vai promover no Rio de Janeiro de 27 a 29 de novembro.


Segundo o Sinaval, que estará representado no evento pelo secretário-executivo Sergio Leal, o país agrupa 52 estaleiros que geram 62 mil empregos e trabalham freneticamente para atender a uma lista de pedidos que deve incluir, até 2020, 50 plataformas, 50 sondas, 500 embarcações de apoio e 130 petroleiros. O segmento offshore é o que mais impulsiona o setor, e no evento serão discutidos os planos de desenvolvimento das principais operadoras de O&G, a renovação e modernização da frota, investimentos em apoio marítimo, cabotagem e nevagação.


Uma sessão especial do Naval Summit trará ao público a atualização de projetos, com apresentações sobre o Estaleiro Guarujá 2, da Wilson, Sons, e da unidade de construção naval no Porto de Açu. A Wilson, Sons está investindo US$ 50 milhões no estaleiro, que terá um dique seco para o lançamento de embarcações PSV de tamanho médio, e o detalhamento do projeto será conduzido pelo diretor da empresa, Adalberto Souza. Pela OSX falará o diretor da unidade de construção naval, Danilo Baptista.


A concorrência internacional será objeto de análise do professor Luciano Pires, do Coppe/UFRJ e vice-presidente da Sobena. “Apesar da qualificação da engenharia naval brasileira, há um gargalo na engenharia de processos por causa de uma defasagem tecnológica do Brasil em relação aos países que se destacam no setor” afirma. “Todos os grandes estaleiros da Coreia do Sul, Japão e China tem centro de pesquisa próprio, que desenvolve processos, inovações, adaptações e produtos mais adequados às condições de produção do próprio estaleiro e que otimizam tempo e custo de produção” acrescenta.


A grade do 3º. Naval Summit inclui um seminário no dia 27 para debater a questão da capacitação de mão de obra para o setor naval, dois dias de sessão plenária e um workshop, na tarde do dia 29, sobre o desenho e construção de FPSOs.


A terceira edição do Naval Summit é uma iniciativa da IBC com o patrocínio da Mundivisas, Aveva e Man Turbo & Diesel.



Serviço

 

3º Naval Summit

Data: 27, 28 e 29 de novembro de 2012.

Local: Windsor Barra Hotel - Rio de Janeiro

Horário: das 8h30 às 18h

Organização: IBC, empresa do Informa GroupInformações: 11-3017-6808 ou imprensa@informagroup.com.br

Site: www.informagroup.com.br/navalsummit

 



Fonte: Redação
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