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Internacional

Na Venezuela, autoridades ainda combatem fogo em refinaria

28/08/2012 | 09h33

 

As autoridades da Venezuela ainda combatem o fogo na região da Refinaria Amuay de Ponto Fixo, no estado Falcón, no Noroeste do país, que foi alvo de um incêndio há quatro dias. O ministro da Mineração e Petróleo da Venezuela, Rafael Ramirez, disse que tem esperança que o fogo seja controlado nas próximas horas, pois dois tanques ainda estão em chamas. Segundo ele, os tanques de números 200 e 203 permanecem em chamas.
O incêndio na refinaria de Amuay começou no dia 25 (sábado), na área de armazenamento. Segundo o ministro, a área operacional não foi afetada. Pelo menos 41 pessoas morreram no incêndio, 150  ficaram feridas e 33 permanecem hospitalizadas.
As causas do fogo ainda estão sendo investigadas. Os peritos verificam a suspeita de a explosão ter sido causada por um vazamento de gás. Para o governo, a etapa de apuração das causas do acidente deve ter prioridade depois de controlado o fogo.
"Vamos ficar aqui até o fogo ser completamente extinto. Em seguida, entramos para a segunda fase, que é de avaliação [dos prejuízos]", disse o ministro, elogiando os esforços dos bombeiros e dos voluntários.
A menos de dois meses das eleições, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que tenta a reeleição, pediu à população que não se deixe influenciar por tentativas de politização do incidente. O governo decretou três dias de luto oficial. Além do Brasil, vários governos da região, como Bolívia, Peru e Equador, prestaram solidariedade ao país e à população.

As autoridades da Venezuela ainda combatem o fogo na região da Refinaria Amuay de Ponto Fixo, no estado Falcón, no Noroeste do país, que foi alvo de um incêndio há quatro dias. O ministro da Mineração e Petróleo da Venezuela, Rafael Ramirez, disse que tem esperança que o fogo seja controlado nas próximas horas, pois dois tanques ainda estão em chamas. Segundo ele, os tanques de números 200 e 203 permanecem em chamas.


O incêndio na refinaria de Amuay começou no dia 25 (sábado), na área de armazenamento. Segundo o ministro, a área operacional não foi afetada. Pelo menos 41 pessoas morreram no incêndio, 150  ficaram feridas e 33 permanecem hospitalizadas.


As causas do fogo ainda estão sendo investigadas. Os peritos verificam a suspeita de a explosão ter sido causada por um vazamento de gás. Para o governo, a etapa de apuração das causas do acidente deve ter prioridade depois de controlado o fogo.


"Vamos ficar aqui até o fogo ser completamente extinto. Em seguida, entramos para a segunda fase, que é de avaliação [dos prejuízos]", disse o ministro, elogiando os esforços dos bombeiros e dos voluntários.


A menos de dois meses das eleições, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que tenta a reeleição, pediu à população que não se deixe influenciar por tentativas de politização do incidente. O governo decretou três dias de luto oficial. Além do Brasil, vários governos da região, como Bolívia, Peru e Equador, prestaram solidariedade ao país e à população.

 



Fonte: Agência Brasil
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