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Negócios

MPX confirma que negocia venda de participação para a E.ON

22/03/2013 | 12h37

 

Em fato relevante enviado ao mercado nesta quinta-feira (21), a MPX, braço de eletricidade do grupo EBX, de Eike Batista, confirmou a negociação com a alemã E.ON - como antecipou com exclusividade o 'Valor PRO', - para aquisição de parcela das ações da empresa brasileira de energia. A MPX também ressalta que Eike Batista não deixará o controle da empresa.
A empresa também confirmou que existem negociações em andamento sobre “eventual aumento de capital da MPX”.
Segundo apurou o 'Valor', o negócio será feito em etapas simultâneas. No primeiro momento a E.ON, que já tem 11,7%, vai comprar mais 27% das ações em mãos de Batista e fundos controlados por ele, que somam 53,9%. O preço estabelecido para cada ação de Batista foi de R$ 12, um pouco acima da cotação de sexta-feira, quando a ação foi cotada em R$ 10,66, com queda de 1,75%, no fechamento da BM&FBovespa.
Com esse movimento a E.ON eleva sua participação na MPX para 38,65%, o que ainda está acima do objetivo da companhia alemã pelo menos até que as usinas comecem a gerar energia garantindo receitas.

Em fato relevante enviado ao mercado nesta quinta-feira (21), a MPX, braço de eletricidade do grupo EBX, de Eike Batista, confirmou a negociação com a alemã E.ON - como antecipou com exclusividade o 'Valor PRO', - para aquisição de parcela das ações da empresa brasileira de energia. A MPX também ressalta que Eike Batista não deixará o controle da empresa.


A empresa também confirmou que existem negociações em andamento sobre “eventual aumento de capital da MPX”.


Segundo apurou o 'Valor', o negócio será feito em etapas simultâneas. No primeiro momento a E.ON, que já tem 11,7%, vai comprar mais 27% das ações em mãos de Batista e fundos controlados por ele, que somam 53,9%. O preço estabelecido para cada ação de Batista foi de R$ 12, um pouco acima da cotação de sexta-feira, quando a ação foi cotada em R$ 10,66, com queda de 1,75%, no fechamento da BM&FBovespa.


Com esse movimento a E.ON eleva sua participação na MPX para 38,65%, o que ainda está acima do objetivo da companhia alemã pelo menos até que as usinas comecem a gerar energia garantindo receitas.

 



Fonte: Valor Econômico
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