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Operação Lava-Jato

MPF denuncia Soares, Cerveró e Algorta por quadrilha e lavagem de dinheiro

24/02/2015 | 14h22
MPF denuncia Soares, Cerveró e Algorta por quadrilha e lavagem de dinheiro
Agência Brasil Agência Brasil

O Ministério Público Federal ofereceu denúncia, nesta segunda-feira (23), contra Fernando Soares, Nestor Cerveró e Oscar Algorta pelos crimes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, apurados no âmbito da Operação Lava Jato, que investiga desvios de recursos da Petrobras. Cerveró é acusado de utilizar o cargo de diretor na estatal para favorecer contratações de empreiteiras mediante o pagamento de propina e Fernando Soares é apontado como operador financeiro do esquema. Já Oscar Algorta, segundo o MPF, lavou dinheiro ao adquirir com valores ilícitos uma cobertura de luxo no Rio de Janeiro, em nome da offshore uruguaia Jolmey, para ocultar a real propriedade atribuída a Cerveró.

Segundo a denúncia, para o perfeito funcionamento do cartel de grandes empreiteiras que fraudaram licitações na Petrobras, foram subornados empregados do alto escalão, entre eles Nestor Cerveró, diretor Internacional da estatal entre 2003 e 2008, e foram utilizados operadores financeiros para lavagem de dinheiro como Fernando Soares. As diligências demonstraram que Fernando Soares era, na época, o operador financeiro ligado à Diretoria Internacional da Petrobras, atuando em favor de Cerveró para intermediar o pagamento de propina e lavar os recursos ilícitos adquiridos. Eles são acusados do crime de quadrilha.

A investigação da Operação Lava Jato também descobriu que parte dos valores recebidos a título de propina por Cerveró foi remetida ao exterior para empresas offshores situadas no Uruguai e Suíça. Posteriormente, constatou-se que uma parcela dos recursos retornou ao Brasil por meio da simulação de investimentos diretos na empresa brasileira Jolmey do Brasil Administradora de Bens Ltda, a qual, na realidade, tratava-se de uma filial da offshore uruguaia Jolmey S/A. A denúncia explica que ambas as empresas eram de propriedade de Cerveró, mas estavam registradas e eram administradas formalmente por terceiros.



Fonte: Ministério Público Federal
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