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Operação Lava Jato

MPF denuncia mais cinco pessoas por lavagem de dinheiro e corrupção

30/07/2015 | 10h08
MPF denuncia mais cinco pessoas por lavagem de dinheiro e corrupção
Agência Brasil Agência Brasil

 

Foram denunciados o ex-diretor da Petrobras Renato de Souza Duque, a advogada Christina Maria da Silva Jorge, os empresários João Antônio Bernardi Filho, Antônio Carlos Briganti Bernardi e Julio Gerin de Almeida Camargo
 A Força-Tarefa do Ministério público Federal (MPF) denunciou, nesta quarta-feira (29 de julho), mais cinco pessoas relacionadas à 14ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em 19 de junho, pelas práticas dos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva. Foram denunciados o ex-diretor da Petrobras Renato de Souza Duque, a advogada Christina Maria da Silva Jorge, os empresários João Antônio Bernardi Filho, Antônio Carlos Briganti Bernardi e Julio Gerin de Almeida Camargo.
Segundo o MPF, os denunciados participaram de um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro para favorecer a empresa italiana Saipem na contratação de obras da Petrobras. Para isso, utilizaram-se de transações bancárias nas contas da Hayley/SA, offshore uruguaia que mantinha contas na Suíça e que, posteriormente, remetia os valores como simulação de investimentos na sua subsidiária Hayley do Brasil. Por fim, a Hayley do Brasil adquiria obras de arte em seu nome, mas as entregava a Renato Duque como parte do pagamento da vantagem indevida. 
De acordo com o procurador da República Diogo Castor de Mattos, as investigações que culminaram na denúncia demonstraram uma evolução nos métodos de lavagem de dinheiro: "A lavagem de dinheiro por intermédio de aquisição de obras de arte é uma forma inovadora de ocultar o real proprietário dos valores provenientes de crimes", afirma. 
Entenda o caso – João Bernardi era representante comercial da Saipem do Brasil, subsidiária da empresa italiana Saipem S/A. Ele ofereceu vantagem indevida para Renato Duque, na época diretor da área de serviços da Petrobras, para assegurar que a estatal contratasse a empresa italiana para a realização das obras de instalação do Gasoduto Submarino de Interligação dos Campos de Lula e Cernambi. Já os denunciados Christina Maria da Silva Jorge e Antônio Carlos Bernardi participavam, com João Bernardi, da administração das atividades da Hayley do Brasil e da offshore Hayley S/A, sociedades utilizadas para a lavagem de capitais dos recursos auferidos com os crimes.
Dentre as provas do crime de corrupção apontadas na denúncia, consta, por exemplo, o roubo de R$ 100 mil sofrido por João Bernardi quando se dirigia à sede da Petrobras para efetuar o pagamento destes valores a Renato Duque. Além disso, os denunciados participaram de depósitos de US$ 1 milhão em favor de Renato Duque nas contas da Hayley S/A na Suíça, controlada por João Bernardi. O dinheiro foi internalizado no Brasil por meio de contratos de câmbio que simulavam investimentos de capital estrangeiro no país mediante depósitos na empresa Hayley do Brasil.
Por fim, Renato Duque recebeu de João Bernardi vantagem indevida no valor de R$ 577.431,20, com o auxílio de Christina Jorge e Antônio Briganti, através de 13 obras de arte. A compra foi registrada em nome de João Bernardi e da Hayley do Brasil mas quem dispunha de fato das obras era Renato Duque.
Denunciados e crimes
Corrupção passiva: Renato de Souza Duque. 
Corrupção ativa: João Antônio Bernardi Filho.
Lavagem de dinheiro: Renato Duque, Julio Camargo, Christina Maria da Silva Jorge, Antonio Carlos Briganti Bernardi e João Antonio Bernardi Filho.

Foram denunciados o ex-diretor da Petrobras Renato de Souza Duque, a advogada Christina Maria da Silva Jorge, os empresários João Antônio Bernardi Filho, Antônio Carlos Briganti Bernardi e Julio Gerin de Almeida Camargo
A Força-Tarefa do Ministério público Federal (MPF) denunciou, nesta quarta-feira (29 de julho), mais cinco pessoas relacionadas à 14ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em 19 de junho, pelas práticas dos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva. Foram denunciados o ex-diretor da Petrobras Renato de Souza Duque, a advogada Christina Maria da Silva Jorge, os empresários João Antônio Bernardi Filho, Antônio Carlos Briganti Bernardi e Julio Gerin de Almeida Camargo.

Segundo o MPF, os denunciados participaram de um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro para favorecer a empresa italiana Saipem na contratação de obras da Petrobras. Para isso, utilizaram-se de transações bancárias nas contas da Hayley/SA, offshore uruguaia que mantinha contas na Suíça e que, posteriormente, remetia os valores como simulação de investimentos na sua subsidiária Hayley do Brasil. Por fim, a Hayley do Brasil adquiria obras de arte em seu nome, mas as entregava a Renato Duque como parte do pagamento da vantagem indevida. 

De acordo com o procurador da República Diogo Castor de Mattos, as investigações que culminaram na denúncia demonstraram uma evolução nos métodos de lavagem de dinheiro: "A lavagem de dinheiro por intermédio de aquisição de obras de arte é uma forma inovadora de ocultar o real proprietário dos valores provenientes de crimes", afirma. 

Entenda o caso João Bernardi era representante comercial da Saipem do Brasil, subsidiária da empresa italiana Saipem S/A. Ele ofereceu vantagem indevida para Renato Duque, na época diretor da área de serviços da Petrobras, para assegurar que a estatal contratasse a empresa italiana para a realização das obras de instalação do Gasoduto Submarino de Interligação dos Campos de Lula e Cernambi. Já os denunciados Christina Maria da Silva Jorge e Antônio Carlos Bernardi participavam, com João Bernardi, da administração das atividades da Hayley do Brasil e da offshore Hayley S/A, sociedades utilizadas para a lavagem de capitais dos recursos auferidos com os crimes.

Dentre as provas do crime de corrupção apontadas na denúncia, consta, por exemplo, o roubo de R$ 100 mil sofrido por João Bernardi quando se dirigia à sede da Petrobras para efetuar o pagamento destes valores a Renato Duque. Além disso, os denunciados participaram de depósitos de US$ 1 milhão em favor de Renato Duque nas contas da Hayley S/A na Suíça, controlada por João Bernardi. O dinheiro foi internalizado no Brasil por meio de contratos de câmbio que simulavam investimentos de capital estrangeiro no país mediante depósitos na empresa Hayley do Brasil.

Por fim, Renato Duque recebeu de João Bernardi vantagem indevida no valor de R$ 577.431,20, com o auxílio de Christina Jorge e Antônio Briganti, através de 13 obras de arte. A compra foi registrada em nome de João Bernardi e da Hayley do Brasil mas quem dispunha de fato das obras era Renato Duque.

Denunciados e crimes
Corrupção passiva: Renato de Souza Duque. Corrupção ativa: João Antônio Bernardi Filho.Lavagem de dinheiro: Renato Duque, Julio Camargo, Christina Maria da Silva Jorge, Antonio Carlos Briganti Bernardi e João Antonio Bernardi Filho.

 



Fonte: Ministério Público Federal
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