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Logística

Movimentação de carga no porto de Macaé cresceu 25% em 2014

27/01/2015 | 10h20
Movimentação de carga no porto de Macaé cresceu 25% em 2014
Somafoto Somafoto

O porto Engenheiro Zephyrino Lavenère Machado Filho, conhecido como Porto de Macaé, movimentou mais de 715 mil toneladas de cargas em 2014, o que representa um aumento de 25% em relação ao ano anterior. Mensalmente, o porto de Macaé executa mais de 360 operações de atracação e movimenta 64% do volume operado pela logística da área de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras.

As principais cargas embarcadas no porto de Macaé são produtos químicos, alimentos, equipamentos tubulares, equipamentos submarinos e materiais de construção e montagem que são enviados para as unidades operacionais de Exploração e Produção da Bacia de Campos e do Rio de Janeiro.

Além das novas plataformas que entraram em operação ao longo de 2014, o crescimento no volume movimentado pelo porto de Macaé resultou também de programas de melhoria operacional e de reformas das instalações na região. Nos dois últimos anos, a Petrobras investiu na revitalização dos três píeres do porto e promoveu melhorias no processo de armazenagem, consolidação de cargas e transporte terrestre.

Uma das principais ações foi a redução no tempo da "lingada" - operação que compreende o engate e o embarque/desembarque de uma carga. Hoje essa atividade é realizada em seis minutos e cinco segundos, ao passo que em 2013 era realizada em seis minutos e 41 segundos - ou seja, houve uma expressiva redução de 36 segundos por operação. Considerando que, em cada operação programada, são realizadas cerca de 94 lingadas, somente com essa otimização foi possível reduzir aproximadamente 200 horas por mês no tempo das atracações realizadas para atendimento do transporte de carga.

Todas as mudanças contribuíram para melhorar o índice de atendimento dos itens programados, que mede a relação de quantos itens programados efetivamente foram embarcados. A eficiência aumentou 14% entre março de 2013 e dezembro de 2014, o que contribuiu para um salto, nesse período, de 81% para 95% de cargas embarcadas.



Fonte: Agência Petrobras
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