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Energia Elétrica

Motores ilegais desperdiçam 7 milhões de MWh por ano

10/03/2014 | 10h13

 

Uma pesquisa da PUC-Rio apontou que o reaproveitamento irregular de motores elétricos, no Brasil, provoca o desperdício anual de cerca de 7 milhões de megawatts-hora (MWh). O volume de energia é equivalente à produção de uma usina do porte de Porto Primavera (de 1.540 MW de potência), considerando um fator de capacidade médio de 55% para hidrelétricas.
O estudo também concluiu que esses mesmos equipamentos ilegais são responsáveis por 2,8% dos gases do efeito estufa liberados no país. O levantamento foi encomendado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e os valores foram calculados com base em dados recolhidos em 2012.
Os motores elétricos - fabricados para uso em máquinas como ventiladores, bombas hidráulicas, compressores de ar e elevadores - respondem por 25% de toda a energia elétrica consumida no país. Na maioria das vezes, essas máquinas estão na indústria. Esses motores, quando usados, apenas podem ser comercializados se atenderem índices de eficiência definidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o que nem sempre acontece.
Para se chegar a esses números, a PUC-Rio colocou em campo uma equipe que investigou a atuação de cerca de 40 empresas. O professor de programa de pós-graduação em Metrologia (PósMQI) da PUC-Rio Rodrigo Calili - que participou da pesquisa - destacou que a maioria dessas empresas são credenciadas e registradas em grandes indústrias. "Enviamos os resultados da pesquisa para o Ministério de Minas e Energia, para mostrar a necessidade de melhorar a regulação neste setor", destacou.
Os estabelecimentos foram avaliados em requisitos como técnicos capacitados, equipamentos, procedimentos e ferramentas adequadas, além de características dos motores recondicionados colocados à venda.
As empresas com melhor classificação apresentaram índice de 1% de perda de energia, o que é considerado natural de um motor nessas condições. As de pior classificação chegaram a 3% de perdas. Considerando o cenário mais conservador, segundo Calili, o estudo chegou a uma perda de 8,7% do que foi consumido de energia no país, em 2012, o equivalente a 7,1 milhões de MWh.
Hoje, há 1.837 estabelecimentos que comercializam, cada um, média de 83 motores recondicionados por mês, registrando total de 1,83 milhão de motores vendidos no ano, o equivalente a 65% das vendas de motores.

Uma pesquisa da PUC-Rio apontou que o reaproveitamento irregular de motores elétricos, no Brasil, provoca o desperdício anual de cerca de 7 milhões de megawatts-hora (MWh). O volume de energia é equivalente à produção de uma usina do porte de Porto Primavera (de 1.540 MW de potência), considerando um fator de capacidade médio de 55% para hidrelétricas.

O estudo também concluiu que esses mesmos equipamentos ilegais são responsáveis por 2,8% dos gases do efeito estufa liberados no país. O levantamento foi encomendado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e os valores foram calculados com base em dados recolhidos em 2012.

Os motores elétricos - fabricados para uso em máquinas como ventiladores, bombas hidráulicas, compressores de ar e elevadores - respondem por 25% de toda a energia elétrica consumida no país. Na maioria das vezes, essas máquinas estão na indústria. Esses motores, quando usados, apenas podem ser comercializados se atenderem índices de eficiência definidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o que nem sempre acontece.

Para se chegar a esses números, a PUC-Rio colocou em campo uma equipe que investigou a atuação de cerca de 40 empresas. O professor de programa de pós-graduação em Metrologia (PósMQI) da PUC-Rio Rodrigo Calili - que participou da pesquisa - destacou que a maioria dessas empresas são credenciadas e registradas em grandes indústrias. "Enviamos os resultados da pesquisa para o Ministério de Minas e Energia, para mostrar a necessidade de melhorar a regulação neste setor", destacou.

Os estabelecimentos foram avaliados em requisitos como técnicos capacitados, equipamentos, procedimentos e ferramentas adequadas, além de características dos motores recondicionados colocados à venda.

As empresas com melhor classificação apresentaram índice de 1% de perda de energia, o que é considerado natural de um motor nessas condições. As de pior classificação chegaram a 3% de perdas. Considerando o cenário mais conservador, segundo Calili, o estudo chegou a uma perda de 8,7% do que foi consumido de energia no país, em 2012, o equivalente a 7,1 milhões de MWh.

Hoje, há 1.837 estabelecimentos que comercializam, cada um, média de 83 motores recondicionados por mês, registrando total de 1,83 milhão de motores vendidos no ano, o equivalente a 65% das vendas de motores.



Fonte: Valor Econômico
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