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Falecimento

Morre o ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia

03/02/2016 | 11h40

A presidente Dilma Rousseff e o Ministério das Relações Exteriores lamentaram a morte do embaixador Luiz Felipe Lampreia nesta terça-feira (2) no Hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro. Lampreia tinha 74 anos e foi chanceler de 1995 a 2001 no governo de Fernando Henrique Cardoso.

“Recebi com profunda tristeza a notícia do falecimento do embaixador Luiz Felipe Lampreia, ex-ministro das Relações Exteriores. Lampreia foi embaixador do Brasil em Lisboa e representante permanente do Brasil junto aos organismos internacionais sediados em Genebra. Neste momento de grande pesar, transmito minhas condolências aos familiares e amigos do ex-ministro, recordando sua contribuição para o Brasil, ao longo de quase quatro décadas de trabalho dedicado ao serviço público”, disse Dilma, em nota.

O Itamaraty registra que é com “imenso pesar” que lamenta a morte do embaixador. “Os funcionários do ministério que, no Brasil e no exterior, sempre admiraram as qualidades pessoais e profissionais do embaixador Luiz Felipe Lampreia, unem-se no sentimento de perda e dor pela partida prematura do ex-chefe, colega e amigo, e transmitem aos seus familiares os seus mais sentidos pêsames e a certeza de que a sua memória e o seu o exemplo continuarão presentes no Itamaraty, guiando-os no serviço ao país, a que o embaixador Lampreia tanto se dedicou”, destacou, em nota, o Itamaraty.

Lampreia, além de ministro das Relações Exteriores, foi secretário-geral do Itamaraty, subsecretário de Assuntos Políticos Bilaterais, representante permanente do Brasil em organismos internacionais em Genebra, embaixador em Lisboa e em Paramaribo e porta-voz do ministério.

“Teve destacada atuação no tratamento de temas financeiros, econômicos e comerciais e registrou em diversas obras a sua importante experiência como diplomata brasileiro. Deixa entre os funcionários do Itamaraty um exemplo de hábil negociador, sempre em defesa do interesse público e do Brasil, e a lembrança de um colega respeitado e querido”, diz a nota do ministério.



Fonte: Portal Brasil/Redação
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