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Opinião

Modelo de partilha na exploração da área do pré-sal eleva risco Brasil

28/07/2014 | 12h00

 

O modelo de partilha para a exploração e produção de petróleo e gás na área do pré-sal da Bacia de Santos, que obriga a Petrobras a ser operadora única dos blocos, aumenta o risco Brasil e diminui a atratividade do país em relação a outras regiões do mundo, no cenário petrolífero. A avaliação é do diretor-geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Eloi Fernandez y Fernandez.
"Ter um operador único é muito ruim. Ou essa questão será revista ou o Brasil vai perder concorrência para outros países [em atratividade de investimentos]. Os outros leilões [no modelo de partilha] devem tirar o operador único, que aumenta o risco Brasil", disse Fernandez, que participa de conferência sobre a área de Libra, promovida pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham).
Segundo Fernandez, sempre que a Petrobras participar de leilões do tipo, os resultados serão idênticos ao da licitação de Libra, com um único consórcio participante que vence oferecendo o valor mínimo.
O presidente da Pré-Sal Petróleo SA (PPSA), Oswaldo Pedrosa, porém, discorda da opinião da Onip. O executivo acredita que o fato de a Petrobras ser a operadora única não será um dificultador para os próximos leilões.
"Os próximos leilões [do pré-sal] não terão as características de Libra. A área de Libra é sem igual no mundo", disse Pedrosa. "Vejo um cenário altamente produtivo para o setor petrolífero brasileiro", completou ele.

O modelo de partilha para a exploração e produção de petróleo e gás na área do pré-sal da Bacia de Santos, que obriga a Petrobras a ser operadora única dos blocos, aumenta o risco Brasil e diminui a atratividade do país em relação a outras regiões do mundo, no cenário petrolífero. A avaliação é do diretor-geral da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Eloi Fernandez y Fernandez.

"Ter um operador único é muito ruim. Ou essa questão será revista ou o Brasil vai perder concorrência para outros países [em atratividade de investimentos]. Os outros leilões [no modelo de partilha] devem tirar o operador único, que aumenta o risco Brasil", disse Fernandez, que participa de conferência sobre a área de Libra, promovida pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham).

Segundo Fernandez, sempre que a Petrobras participar de leilões do tipo, os resultados serão idênticos ao da licitação de Libra, com um único consórcio participante que vence oferecendo o valor mínimo.

O presidente da Pré-Sal Petróleo SA (PPSA), Oswaldo Pedrosa, porém, discorda da opinião da Onip. O executivo acredita que o fato de a Petrobras ser a operadora única não será um dificultador para os próximos leilões.

"Os próximos leilões [do pré-sal] não terão as características de Libra. A área de Libra é sem igual no mundo", disse Pedrosa. "Vejo um cenário altamente produtivo para o setor petrolífero brasileiro", completou ele.

 



Fonte: Valor Online
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