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Empresas

MMX interessa como porto operando, afirma Usiminas

21/08/2013 | 13h23

 

A Usiminas, a princípio, não tem interesse em deter uma participação na MMX, mas interessa à siderúrgica que as operações do porto da mineradora ajudem a escoar sua produção, disse há pouco Ronald Seckelmann, vice-presidente de finanças e relações com investidores da Usiminas.
"A MMX interessa como porto operando", disse o executivo em reunião da Apimec. Ele afirmou ainda que a Usiminas não sabe se a MRS teria feito uma proposta pela MMX e que uma eventual negociação tem que ser discutida no âmbito da própria MRS, empresa pertencente a Vale, Gerdau, CSN e Usiminas. 
Seckelmann lembrou que a Usiminas está cobrando da MMX as multas referente ao atraso da operação do porto. Segundo ele, a produção de minério de ferro da empresa será de 6,5 milhoes de toneladas neste ano, abaixo da capacidade, por "restrição da capacidade portuária para escoamento do produto".
Com o porto em operação, disse, no ano que vem o volume tenderá a ser melhor.
Vendas
A Usiminas espera terminar o ano um crescimento de 5% em suas vendas de aço. O diretor comercial da empresa, Sergio Leite, afirmou que a companhia pretende atingir, neste terceiro trimestre,  o mesmo nível de volume de vendas do segundo, com leve variação de 2%, para mais ou para menos. Para o quarto trimestre, a expectativa é de um volume menor por causa da sazonalidade.
O executivo disse ainda que a Usiminas tem capacidade para atender a um aumento de demanda no Brasil e que as previsões de consumo feitas pelo Instituto Aço Brasil (IABr) estão “abaixo do que o Brasil precisa”.

A Usiminas, a princípio, não tem interesse em deter uma participação na MMX, mas interessa à siderúrgica que as operações do porto da mineradora ajudem a escoar sua produção, disse há pouco Ronald Seckelmann, vice-presidente de finanças e relações com investidores da Usiminas.


"A MMX interessa como porto operando", disse o executivo em reunião da Apimec. Ele afirmou ainda que a Usiminas não sabe se a MRS teria feito uma proposta pela MMX e que uma eventual negociação tem que ser discutida no âmbito da própria MRS, empresa pertencente a Vale, Gerdau, CSN e Usiminas. 


Seckelmann lembrou que a Usiminas está cobrando da MMX as multas referente ao atraso da operação do porto. Segundo ele, a produção de minério de ferro da empresa será de 6,5 milhoes de toneladas neste ano, abaixo da capacidade, por "restrição da capacidade portuária para escoamento do produto". Com o porto em operação, disse, no ano que vem o volume tenderá a ser melhor.


A Usiminas espera terminar o ano um crescimento de 5% em suas vendas de aço. O diretor comercial da empresa, Sergio Leite, afirmou que a companhia pretende atingir, neste terceiro trimestre,  o mesmo nível de volume de vendas do segundo, com leve variação de 2%, para mais ou para menos. Para o quarto trimestre, a expectativa é de um volume menor por causa da sazonalidade.
O executivo disse ainda que a Usiminas tem capacidade para atender a um aumento de demanda no Brasil e que as previsões de consumo feitas pelo Instituto Aço Brasil (IABr) estão “abaixo do que o Brasil precisa”.

 



Fonte: Valor Econômico
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