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Internacional

Ministro da Bolívia critica a Petrobras

27/03/2006 | 00h00

O ministro de Hidrocarbonetos boliviano, Andrés Solíz, criticou duramente a Petrobras e o governo brasileiro na sexta-feira, prevendo "as piores coisas que se pode imaginar" nas negociações sobre mudanças nos contratos de venda de gás com a Argentina e o Brasil - acusado de tratar a Bolívia como uma "semicolônia".

"Quero que o país seja sensível ao que se avizinha. A primeira disputa será negociar aumento de preços com a Argentina e com o Brasil. Todos são maravilhosamente amigos até que se toquem seus bolsos e se diga que é preciso aumentar o preço. Aí vêm as piores coisas que se pode imaginar", disse Solíz.

As declarações ocorrem na semana em que o governo anunciou que regulamentará em até três semanas o que vem chamando de "nacionalização" da exploração do gás natural e do petróleo. Na prática, o decreto será uma regulamentação da nova Lei de Hidrocarbonetos, aprovada em maio do ano passado.

Solíz acusou a Petrobras de pagar mal funcionários bolivianos. "Um trabalhador que trabalha para a Petrobras, por ter terminado seu trabalho nos campos da Petrobras, recebe 1.200 bolivianos. Pelo mesmo trabalho, outra empresa petroleira lhe paga 5.000 bolivianos. Espero que o país entenda o que significa trabalhar a 50ºC de calor sob a vigilância de um capataz brasileiro."



Fonte: Valor Econômico
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