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OTC Brasil 2015

Milhares de profissionais e estudantes do setor de óleo e gás discutem novos avanços tecnológicos

30/10/2015 | 11h43
Milhares de profissionais e estudantes do setor de óleo e gás discutem novos avanços tecnológicos
Divulgação Divulgação

Mais de 8.000 líderes, executivos e profissionais do mundo inteiro se reuniram de 27 a 29 de outubro na OTC Brasil 2015, um dos eventos mais importantes da indústria de petróleo e gás offshore no mundo, realizado no Riocentro, no Rio de Janeiro.

 

Durante os três dias do evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), foram apresentados cerca de 220 estudos, 39 sessões técnicas, 12 painéis e quatro almoços-palestras.

 

A conferência, que teve como tema “O Atlântico: de Leste a Oeste – um Oceano de Inovação, focou no avanço da indústria offshore e nos seus futuros desafios“ e reuniu 1.355 profissionais do setor e de universidades brasileiras para compartilhar informações sobre novas tecnologias, pesquisas e previsões de investimento no mercado local.

 

Os representantes da OTC e do IBP ficaram muito satisfeitos com a qualidade da conferência técnica. "Este é um evento muito importante para o setor, não só no Brasil, mas em todo o mundo. A conferência é o local ideal para compartilhar conhecimentos técnicos e as melhores práticas. Ficamos muito satisfeitos por realizar com sucesso a terceira edição da OTC Brasil, no Rio de Janeiro ", destacou OTC presidente, Joe Fowler.

 

"Em um ano desafiador para a indústria, foi uma enorme vitória sermos capazes de trazer de volta OTC Brasil para Rio de Janeiro, reunindo os pioneiros da E&P para estimular a troca com a indústria e para compartilhar informações e soluções tecnológicas que vão nos ajudar a superar esta fase", acrescentou o presidente do IBP, Jorge Camargo.

 

Realizada a cada dois anos, OTC Brasil apresentou um excelente programa técnico com 39 sessões técnicas, 12 painéis e quatro almoços temáticos. Mais de 220 trabalhos selecionados por especialistas da indústria foram apresentados, cobrindo tópicos em geociências, sistemas de perfuração, processamento submarino e integridade de ativos, entre outros. A exposição incluiu mais de 160 empresas e organizações, de 16 países, apresentando novos produtos e serviços tecnológicos.

 

Entre as novidades desta edição está a entrega de dois prêmios tradicionais da indústria: o Distinguished Achievement Award e o Spotlight New Technology Award. Um deles foi para um profissional brasileiro e para dois projetos desenvolvidos por empresas no país.

 

Outra inovação foi a "Universidade R&D Showcase", exposição que reuniu 11 universidades e centros de pesquisa brasileiros para apresentar as novas tecnologias que estão sendo desenvolvidas para a indústria. Além disso, houve uma área para startups brasileiras mostrarem seus produtos e serviços. Outro destaque foi o programa Profissional do Futuro, com a participação de mais de 400 estudantes universitários brasileiros.

 

Nesta quinta-feira tarde, a gerente-executiva de Libra, Anelise Lara, da Petrobras, fez uma apresentação sobre este mega projeto do pré-sal, em um painel sobre o campo e a próxima geração de projetos desta nova fronteira de exploração.

 

"Libra é um projeto de 35 anos, mas, em menos de dois anos já perfuramos quatro poços e temos duas outras perfurações em andamento. Temos duas sondas contratadas e um FPSO para os testes de longa duração. Além disso, estamos negociando para contratar o FPSO para o projeto-piloto de produção. O primeiro óleo está previsto para 2017 ", explicou Anelise.

 

As perspectivas para os preços do petróleo no cenário global foram discutidas em outro almoço, com palestra do consultor Atul Arya, Vice-Presidente IHS. "O desequilíbrio entre oferta e demanda tem mantido os preços do petróleo baixos pela maior parte do tempo em 2015. Minha previsão é que o preço do petróleo Brent feche o ano em torno de US$ 55 por barril. Haverá reequilíbrio lento do mercado nos próximos anos. Os preços vão melhorar em 2016 , com o Brent atingindo uma média de US$ 60 por barril e atingindo cerca de US$ 70 por barril em 2017 ", concluiu.



Fonte: Redação/Assessoria
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