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Empresas

Metso e Aplysia se juntam para soluções de engenharia ambiental

29/09/2011 | 15h15
A fim de diversificar receitas e operações, a subsidiária brasileira da finlandesa Metso, fornecedora de tecnologia e serviços para indústria, se uniu à pequena prestadora de serviços de avaliação ambiental Aplysia, do Espírito Santo, para oferecer soluções integradas a clientes. Agora, para cada necessidade de avaliação ambiental detectada pela Aplysia, a Metso apresentará uma solução de engenharia correspondente.
 
Inicialmente, apenas o setor de papel e celulose será atendido, mas as parceiras estudam estender a atuação para as áreas de mineração, petroquímica e petróleo e gás e não descartam a formação de uma joint venture no futuro.

Metso e Aplysia ressaltam que não há, no país, união semelhante envolvendo consultoria ambiental e solução de engenharia oferecidas de forma integrada e as companhias afirmam que, com um único fornecedor de serviços, o tempo de espera dos clientes será reduzido.

"Havia um vácuo entre a empresa que identificava o problema ambiental e a que o solucionava", diz Carlos Magno, sócio da Aplysia, acrescentando que a demanda dos clientes motivou a parceria.

A opção por iniciar o projeto conjunto pelo segmento de papel e celulose se deve ao reconhecimento e à presença das empresas nesse setor, diz o vice-presidente de vendas e serviços da Metso para a América do Sul, Marcelo Motti. A Aplysia já fez divulgações técnicas internacionais nesse segmento, em que a Metso tem forte presença, ressalta ele.

Motti diz que as empresas ainda não fecharam acordos com clientes, mas há negociações com companhias de grande porte. O executivo não revelou os possíveis clientes, mas acredita que, por se tratar de um projeto-piloto, os primeiros acordos envolvam operações de pequeno porte.

A presidente da Aplysia, Tatiana Furley, adiantou que mineradoras e siderúrgicas já manifestaram o interesse em ter os serviços conjuntos, mas ela também não citou os nomes das empresas. Entre clientes em comum, Aplysia e Metso têm a Suzano no setor de papel e celulose; a Vale, no de mineração; e a Petrobras, no segmento de energia.

Como as empresas estão utilizando o atual corpo técnico e infraestrutura, os investimentos na parceria "estão sendo mínimos", segundo os dirigentes das duas companhias. Motti, da Metso, diz que as empresas aguardarão até o fim de 2012 para avaliar o projeto e ver se vale a pena ampliá-lo no Brasil. No ano seguinte, "se os números forem positivos", as operações poderão se estender ao exterior. A Metso atua em mais de 50 países.

Em razão do acordo com a Metso, a Aplysia projeta dobrar seu faturamento em 2012. Mas Magno, alegando questões concorrenciais, não revelou os números das operações da empresa. A respeito de uma joint venture, ele afirma esperar que "algo nessa linha aconteça", mas salienta que é necessário aguardar os desdobramentos da parceria. Motti, da Metso, esclarece que a possível constituição de uma joint venture ainda não foi debatido na empresa e que o acordo atual, acertado há pouco mais de um mês, não prevê parceria societária.


Fonte: Valor Econômico
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