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Ensino Superior

Mesmo com 8 milhões de estudantes o número é pequeno comparado com as demandas populacionais

29/06/2017 | 13h29

Para Alvaro Prata, expansão da educação superior precisa estar atrelada às transformações mundiais, que incluem as mudanças tecnológicas e digitais.

O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Alvaro Prata, defendeu nesta quarta-feira (28) que as universidades brasileiras ampliem o diálogo com diversos setores da sociedade. Em seminário da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), ele afirmou que a expansão da educação superior precisa estar atrelada às transformações mundiais, que incluem as mudanças tecnológicas e digitais.

"As universidades precisam crescer, mas se transformando. Precisam quebrar as barreiras, muitas delas que dificultam a relação com a sociedade e as parcerias entre os diversos setores. Quando pensamos em desenvolvimento tecnológico e inovação temos que enfatizar, sobretudo, a dificuldade das universidades de se relacionar com os diversos setores. A expansão do ensino superior precisa ser a partir de diferentes modelos que contemplem mudanças, mas que, sobretudo, permita que as universidades se abram mais para a sociedade", disse Prata.

Na avaliação do secretário, a oferta na educação superior ainda é baixa, se comparada ao contingente populacional, o que precisa mudar para que o país cresça. "O ensino universitário brasileiro, hoje, abriga nas suas matrículas 8 milhões de estudantes. É um número pequeno comparado com as demandas populacionais. E a maior parte dessas matrículas está em instituições privadas e não nas públicas. É preciso que as universidades se ampliem, que o ensino superior brasileiro cresça e que tenhamos cada vez mais matrículas", ressaltou.

Com o tema "Novas Universidades Federais: por que, como, quando e onde?", o seminário da Andifes teve como objetivo analisar a pertinência e os critérios para a criação de novas universidades.

Gargalos estruturais

Para o ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) Luiz Cláudio Costa, a demanda por ensino superior sempre será alta. O governo deve, no entanto, o governo observar toda a infraestrutura que envolve a abertura de novas universidades e campi, como, por exemplo, as condições das cidades, o repasse de recursos, a permanência dos professores, que, a depender de onde são lotados, não conseguem permanecer por muito tempo.

"Um país que quer ser justo investe em educação. A demanda pelo ensino superior vai continuar alta. Uma tendência é a diversificação da oferta. Temos que pensar em inovar no ensino. Na infraestrutura do ensino nas cidades. O estudante não precisa estar tanto tempo na sala de aula achando que é único ambiente de aprendizado. Temos que repensar a questão do ensino a distância. Em vários países, como os Estados Unidos, o ensino online já vem se tornando uma tendência. Mas tudo isso requer recursos, ou seja, é preciso ter mais investimentos públicos em educação."



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