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Mercados otimistas apesar da alta do petróleo

19/08/2004 | 00h00

Os mercados financeiros mais uma vez ignoraram o novo recorde do petróleo, com as bolsas registrando bons desempenhos no país e no exterior e o dólar fechando com nova queda e se mantendo abaixo dos R$ 3.
No Brasil, os investidores concentraram suas atenções no julgamento da taxação dos inativos pelo Supremo Tribunal Federal. Na Bolsa de Valores de São Paulo, a até então vitória parcial do governo na questão aumentou a expectativa de que a contribuição dos servidores inativos seria aprovada. Com isso, o Ibovespa, principal indicador do mercado, disparou 3,26% para 22.778 pontos, mais alto nível desde 12 de abril.
A decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de manter a taxa básica de juros em 16% ao ano, já esperada, pouco influenciou os negócios, tanto na bolsa quanto no câmbio. Assim, o dólar registrou a quinta queda seguida, de 0,36%, e fechou a R$ 2,984, menor cotação desde 5 de maio.
Nos EUA, animou os investidores a aprovação pela Securities and Exchange Commission, xerife do mercado acionário local, do lançamento de ações do Google, além de previsões de melhores negócios das empresas de tecnologia, outro forte indicativo de retomada econômica. A esperada estréia na bolsa, hoje, do mecanismo de buscas na internet mais usado no mundo ajudou o Dow Jones, principal índice da Bolsa de Nova York, a fechar com alta de 1,11% e novamente acima do patamar de 10 mil pontos, enquanto a bolsa eletrônica Nasdaq avançou 2,01%.
Os problemas legais que antecederam o lançamento de ações, no entanto, forçaram o Google a reduzir o preço esperado pelos papéis, assim como a quantidade a ser ofertada. Agora, a empresa pretende vender 19,6 milhões de ações por entre US$ 85 e US$ 95 cada, contra as 25,7 milhões por US$ 108 a US$ 135 originais, arrecadando um total de US$ 1,86 bilhão. Seu valor de mercado, projetado em US$ 25,8 bilhões, porém, continua acima do de gigantes como a General Motors.



Fonte: Jornal do Brasil
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