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Energia

Mercado Livre discute desequilíbrio entre oferta e demanda de energia

03/08/2015 | 11h21

 

No atual cenário de crise energética no país, o mercado livre discute o desequilíbrio entre a oferta e demanda de energia nos próximos anos. De acordo com especialistas da Trade Energy, comercializadora de energia, este fato faz com que permaneça a geração fora do mérito de usinas térmicas com custos altos para toda categoria de consumo.
"O decrescimento do Produto Interno Bruto (PIB) tem reduzido a carga de todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), o que permite um pequeno alívio durante o período de inverno. As dificuldades de financiamento do B NDES para o mercado livre, associado à redução do percentual a ser financiado no cativo, tem dificultado a estruturação financeira de novos empreendimentos, sendo algumas devolvidas e/ou expiradas", afirma Walfrido Avila, presidente da Trade Energy.
Para a comercializadora, as soluções para ampliar o crescimento do mercado seriam providências imediatas como a implementação da Portabilidade da Conta de Luz, ou seja, permitir a qualquer consumidor o acesso ao mercado livre, atualmente acessado apenas pelas empresas conectadas em alta tensão com demanda contratada de 500 KW, a flexibilização do sistema de medição, utilizando o mesmo sistema do cativo.
"Além destas medidas, financiar empreendimentos de geração, na modalidade Project Finance pelo BNDES, para atender o mercado livre e permitir que as distribuidoras de energia comprem suas exposições no ambiente livre também beneficiariam o setor", declara Avila.
Consumidores Livres     
Para os consumidores que já estão inseridos no mercado livre, além da economia de até 30%, também têm como vantagens a oportunidade de gerenciar da melhor forma seus gastos com energia elétrica, permitindo maior competitividade nos seus produtos e serviços.

No atual cenário de crise energética no país, o mercado livre discute o desequilíbrio entre a oferta e demanda de energia nos próximos anos. De acordo com especialistas da Trade Energy, comercializadora de energia, este fato faz com que permaneça a geração fora do mérito de usinas térmicas com custos altos para toda categoria de consumo.

"O decrescimento do Produto Interno Bruto (PIB) tem reduzido a carga de todo o Sistema Interligado Nacional (SIN), o que permite um pequeno alívio durante o período de inverno. As dificuldades de financiamento do B NDES para o mercado livre, associado à redução do percentual a ser financiado no cativo, tem dificultado a estruturação financeira de novos empreendimentos, sendo algumas devolvidas e/ou expiradas", afirma Walfrido Avila, presidente da Trade Energy.

Para a comercializadora, as soluções para ampliar o crescimento do mercado seriam providências imediatas como a implementação da Portabilidade da Conta de Luz, ou seja, permitir a qualquer consumidor o acesso ao mercado livre, atualmente acessado apenas pelas empresas conectadas em alta tensão com demanda contratada de 500 KW, a flexibilização do sistema de medição, utilizando o mesmo sistema do cativo.

"Além destas medidas, financiar empreendimentos de geração, na modalidade Project Finance pelo BNDES, para atender o mercado livre e permitir que as distribuidoras de energia comprem suas exposições no ambiente livre também beneficiariam o setor", declara Avila.

Consumidores Livres     
Para os consumidores que já estão inseridos no mercado livre, além da economia de até 30%, também têm como vantagens a oportunidade de gerenciar da melhor forma seus gastos com energia elétrica, permitindo maior competitividade nos seus produtos e serviços.

 



Fonte: Redação/ Assessoria
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