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Economia

Mercado financeiro volta a reduzir previsão de crescimento da economia

03/11/2014 | 14h14

 

O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão de crescimento da economia. De 0,27%, na semana passada, ela retornou ao patamar de 0,24% registrado em semanas anteriores. A estimativa está no boletim Focus, divulgado hoje (3) pelo Banco Central (BC). Analistas e investidores também elevaram a projeção da taxa de câmbio para o fim de 2014, de R$ 2,40 para R$ 2,45.
Já a estimativa de inflação foi mantida em 6,45%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados no patamar de 5,15% no período.
Apesar de o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC ter elevado a taxa básica de juros (Selic) para 11,25% ao ano em sua última reunião, o Focus manteve a previsão de que ela encerrará o ano em 11%. Para o fim de 2015, no entanto, a projeção da taxa básica foi elevada de 11,5% para 12%.
A dívida líquida do setor público seguiu estimada em 35,25% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país. No setor externo, o deficit em conta-corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, deverá ficar em US$ 81 bilhões. O saldo da balança comercial deverá cair de US$ 2,10 bilhões para US$ 2 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos (IED) estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões.

O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão de crescimento da economia.

De 0,27%, na semana passada, ela retornou ao patamar de 0,24% registrado em semanas anteriores.

A estimativa está no boletim Focus, divulgado hoje (3) pelo Banco Central (BC).

Analistas e investidores também elevaram a projeção da taxa de câmbio para o fim de 2014, de R$ 2,40 para R$ 2,45.

Já a estimativa de inflação foi mantida em 6,45%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados no patamar de 5,15% no período.

Apesar de o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC ter elevado a taxa básica de juros (Selic) para 11,25% ao ano em sua última reunião, o Focus manteve a previsão de que ela encerrará o ano em 11%.

Para o fim de 2015, no entanto, a projeção da taxa básica foi elevada de 11,5% para 12%.

A dívida líquida do setor público seguiu estimada em 35,25% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país.

No setor externo, o deficit em conta-corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, deverá ficar em US$ 81 bilhões.

O saldo da balança comercial deverá cair de US$ 2,10 bilhões para US$ 2 bilhões.

Os investimentos estrangeiros diretos (IED) estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões.

 



Fonte: Agência Brasil
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