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Internacional

Membros da Opep discordam sobre o corte de produção e petróleo cai mais de US$ 1

28/01/2005 | 00h00

O preço do petróleo cai mais de US$ 1 na sexta-feira (28/01) devido a possibilidade da Opep decidir manter a produção atual durante o encontro deste fim de semana e em função de previsões de clima mais quente no nordeste dos Estados Unidos na próxima semana.
O petróleo leve norte-americano caiu US$ 1,44 para US$ 47,40 o barril, enquanto o Brent londrino, que atingiu a 12ª semada de alta na quinta-feira a US$ 47,35, baixou US$ 1,34 para US$ 45,10 o barril.
"O rally dos preços não deve parar pelo menos até 30 de janeiro, quando o encontro da Opep e as eleições iraqueanas vão influenciar o mercado de uma forma ou outra", disse a chefe do setor de energia do JP Morgan, Katherine Spector, em seu relatório mensal.
"Mas fracos fundamentos continuam a apontar para um ajuste de queda vindo depois dos meses de inverno. Nós mantemos nossa visão de que os preços vão ficar ao redor dos US$ 30 no segundo trimestre". 
Os ministros da Opep não estão muito de acordo com qualquer mudança na produção do grupo, enquanto as previsões de temperaturas próximas à normalidade no nordeste dos Estados Unidos reduziram o medo do suprimento de inverno ser destruído pela necessidade de óleo de calefação.
Vários ministros disseram que o corte na produção não pode ser justificada durante a atual alta de preços do petróleo.
Uma redução de suprimento foi feita para prevenir que o estoque crescesse muito no segundo trimestre, quando a demanda cai com o fim do inverno do hemisfério norte.
O ministro do petróleo da Arábia Saudita Ali Al-Naimi disse na quinta-feira que a Opep deveria esperar pelo menos até março para reduzir o suprimento.
O ministro do petróleo da Argélia Chakib Khelil disse que os altos preços do petróleo e a alta do nível de estoque significou que as atuais condições do mercado de petróleo atenderam a ambos, produtores e consumidores.
"As luzes estão brilhando em verde para o mercado," disse. "Os preços estão bons, os estoques altos e os especuladores estão de volta. A oferta é maior do que a demanda, o que mais vocês querem".
Nevascas no nordeste dos EUA no fim de semana voltaram a colocar a queda dos estoques de óleo de calefação no foco do mercado. Mas as previsões para fevereiro e março são de que os meses sejam mais quentes dos que o normal e isso pode fazer com que o inverno passe sem grandes testes para os estoques de óleo de calefação.
Os participantes do mercado estão conscientes que de os militantes do Iraque podem atacar infra-estruturas de petróleo no momento em que o país vai às urnas pela primeira vez desde que os EUA liderou a invasão do país e retirou Saddam Houssein em Abril de 2003.
Os ataques às instalações de petróleo limitaram as exportações do país por mais de um mês.
O fluxo de petróleo dos campos petrolíferos do norte do Iraque através do oleoduto para a Turquia foi paralisado por um ataque em 18 de dezembro de 2004 e outros ataques desde então tem impedido a reabertura do duto.
Com o oleoduto fechado, Iraque está redirecionando toda a exportação de petróleo para o terminal de Basra, no sul do país. Se o final de semana passar sem atividades, o sentimento de traders e analistas pode revelar uma tendência de baixa para o mercado de petróleo, que esteve volátil por antecipação.



Fonte: Reuters
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