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Golfo do México / Reflexos 2

Maré negra no Golfo deixa Brasil em alerta

07/07/2010 | 08h26

A maré negra no Golfo do México, provocada pela explosão de uma plataforma operada pela BP, a Deepwater Horizon, está a levar a uma nova análise dos perigos da exploração petrolífera no mar.

 

Nos Estados Unidos, foi decretada uma moratória à perfuração “offshore”, enquanto a BP tenta conter a fuga de petróleo do poço danificado pela explosão a 20 de Abril, mas há outros países que começam também a pôr em causa este tipo de actividade. O Brasil é um deles.

 

O ministro brasileiro das Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse hoje que o governo do Brasil vai esperar pelos resultados da investigação à maré negra no Golfo do México para decidir se são necessárias regras mais apertadas para o sector da perfuração “offshore” no Brasil, avança a agência Dow Jones.

 

Recorde-se que o Brasil aposta fortemente na exploração em águas profundas, nomeadamente na Bacia de Santos, onde se encontra o campo do Tupi – no qual a Galp tem uma participação.

 

O célebre economista canadiano Jeff Rubin tinha já avançado com este cenário de alerta no Brasil.

 

“Acha que o Brasil vai continuar desejoso de explorar as suas águas profundas depois do que aconteceu no Golfo do México? Acha que vai querer manchar as suas praias? É claro que o Brasil gostaria de explorar as águas profundas, mas este acidente no Golfo do México pode mudar isso”, comentou o Rubin numa recente entrevista ao Negócios.

 

Fonte: Jornal de Negócios Online



Fonte: Jornal de Negócios Online
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