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Prospecção

Mar da Guiné Bissau pode ter petróleo e gás

26/04/2007 | 00h00

O governo da Guiné-Bissau admitiu boas perspectivas de existência de petróleo com valor comercial em águas profundas do litoral do país, mas reclamou o aumento dos investimentos nos trabalhos de prospecção.

"As operações de pesquisa de hidrocarbonetos - petróleo e gás - que vinham sendo realizadas na Guiné-Bissau sob licenças concedidas pelo governo, começaram a dar resultados",  lê-se num comunicado à imprensa do diretor-geral da Empresa Nacional de Pesquisa e Exploração Petrolífera da Guiné-Bissau (Petroguin).

Leonardo Cardoso, diretor-geral da Petroguin, e a sua equipa técnica comunicaram aos jornalistas os resultados dos trabalhos de prospecção em curso no "offshore" guineense desde fevereiro deste ano, os quais, disse, "são encorajadores".

"O primeiro furo foi realizado entre os meses de fevereiro e março, mas não foi concluído por razões de ordem técnica, tendo sido selado e abandonado, apesar das probabilidades existentes", explicou Cardoso.

Segundo o diretor, o Governo da Guiné- Bissau concedeu quatro licenças de prospecção a dois grupos estrangeiros, a Premier Oil, que detém os blocos Esperança e Sinapa, e a Ocidental Sterling, que explora os blocos Caúdo e Golfinho.

Os trabalhos de prospecção nos blocos Esperança e Sinapa já estão em curso sendo que todos os dados em avaliação provêm dos 16 furos até aqui realizados, explicou Leonardo Cardoso.

O diretor-geral da Petroguin sublinhou, no entanto, que os resultados são "encorajadores" na medida em que os índices encontrados e o grau de porosidade das rochas deixam entender que há petróleo com valor comercial na Guiné-Bissau.

Contudo, Cardoso defendeu a persistência das empresas que efetuam a prospecção, enquanto que ao Governo guineense recomendou "maiores investimentos em novos furos".

Até aqui foram realizados trabalhos de prospecção num total de 18 furos, 16 nos últimos anos, e dois durante a época colonial. Porém, tirando as boas perspectivas, nenhum se revelou com valor comercial desejado, conforme destacou o director-geral da Petroguin.

 



Fonte: Jornal de Angola
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