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Crise na Líbia

Mais brasileiros são resgatados

01/03/2011 | 10h08
Ontem (28/2), após 37 horas, desembarcaram em segurança em Recife 148 brasileiros resgatados na Líbia, 130 funcionários da construtora Queiroz Galvão e dezoito parentes, a maior parte residente em Benghazi, uma das regiões mais conturbadas desde que estourou a rebelião contra o ditador Muamar Kadafi.

Já no dia 24, 148 brasileiros, entre funcionários e parentes de funcionários da Odebrecht, Petrobrás e Andrade Gutierrez deixaram a capital Trípoli.

A estimativa do Itamaraty é que cerca de 600 brasileiros estavam na Líbia, a maioria trabalhando para grandes empreiteiras ou na Petrobras.

A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou hoje que a situação na fronteira entre a Líbia e a Tunísia atingiu o nível crítico.

"Muitas pessoas esperam ser levadas o mais rápido possível (para fora da Tunísia), enquanto nós esperamos que entre 10.000 e 15.000 pessoas cheguem hoje procedentes da Líbia", afirmou hoje a porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur), Melissa Fleming.

Segundo a ONU, cerca de 75 mil pessoas fugiram da Líbia para encontrar refúgio na Tunísia desde 20 de fevereiro. Só ontem, quase 14 mil, o maior número registrado em apenas um dia.

O líder líbio, Muamar Kadafi, deslocou hoje forças de segurança para a fronteira oeste, concentrando tropas do Exercito para uma contra-ofensiva que visa retomar as cidades cujo controle foi perdido na região. Os próximos alvos seriam Nalut e Wazin, a menos de 100 quilômetros da fronteira com a Tunísia.

Segundo a rede "Al Jazeera", Gaddafi, ameaçou bombardear os manifestantes na cidade de Zawiya, a 50 quilômetros ao oeste de Trípoli.

Os receios de que os confrontos na Líbia se alastrem ao Irã impulsionaram os preços do petróleo. O preço do barril de 'Brent' subiu 0,36%, passando aos US$ 112. O custo do barril de crude avança 0,33% para 97,29 dólares, em Nova Iorque.

Os investidores temem que o conflito na Líbia alastre a outros países do Médio Oriente e do Norte de África, interrompendo o fornecimento da matéria-prima.

No final de fevereiro, o diretor-geral da AIE, Nabuo Tanaka, reconheceu que eventuais problemas na produção petrolífera na Líbia podem pressionar a cotação da matéria-prima em alta. “No entanto, a da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) compensará esse efeito usando as reservas estratégicas”, garantiu.

“O mercado está apertado”, disse Tanaka. “Se houver perturbações [na Líbia, um dos membros da OPEP], isso poderá originar uma subida dos preços”, admitiu. “Se houver uma interrupção, e se for significativa, teremos que nos mobilizar. Sei que a Opep tem reservas que podem ser utilizadas”, acrescentou. “A mensagem para o mercado é: ‘Não entrem em pânico. Há [petróleo] suficiente”, concluiu.

Fonte: Da Redação
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