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Biogás

Maior termelétrica movida a biogás de aterro sanitário do Brasil será inaugurada amanhã em Caieiras (SP)

15/09/2016 | 15h00

Amanhã, dia 16 de setembro, dia internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, será inaugurada a Termoverde Caieiras, a maior termelétrica movida a biogás de aterro sanitário, situada na Central de Tratamento e Valorização Ambiental da Essencis, empresa localizada na cidade de Caieiras - SP. Para o evento, estão convidados o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, além de outras autoridades do setor elétrico.

A usina é mais um grande investimento do Grupo Solví, que atua nos segmentos de gestão de resíduos, saneamento e energia renovável. A Termoverde Caieiras terá potência instalada de aproximadamente 30 MW e gera energia limpa a partir das mais de resíduos urbanos depositados no aterro sanitário da Essencis. Ao todo, a termelétrica é composta de 21 módulos motogeradores de 1,4 MW cada, que foram fornecidos num contrato turnkey pela AB Energy para a Termoverde Caieiras.

“Essa será a maior planta de geração a biogás do Brasil, e uma das maiores do mundo com motogeradores. A energia produzida pode abastecer até 130 mil residências”, conta o Gerente Regional de Vendas Brasil da AB Energy, Lucas Monteiro.

O biometano emitido na atmosfera é altamente prejudicial à camada de ozônio e 25 vezes mais poluente que o gás carbônico. Esse gás é resgatado e transformado em energia, um projeto duplamente verde já que deixa de emitir um gás nocivo e gera energia elétrica, poupando outras fontes fósseis.

Monteiro conta ainda que a central termelétrica está conectada através de uma nova subestação de 138kV, atendendo diretamente ao SIN (Sistema Interligado Nacional).

A termoelétrica é o mais revolucionário projeto do Brasil e abre portas para consolidar definitivamente o segmento de biogás e biometano na matriz energética brasileira. Segundo dados da Associação Brasileira de Biogás e Biometano (ABiogás), o Brasil tem condições de gerar 115 mil gigawatts-hora (GWh) de energia por ano com o aproveitamento dos rejeitos urbanos, da pecuária e agroindústria. Tal volume equivale a uma Itaipu e meia e poderia abastecer quase 25% de toda energia consumida em 2015.



Fonte: Redação/Assessoria
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