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Petróleo

Maersk analisará bloco devolvido pela OGX, se for comunicada pela ANP

28/08/2013 | 11h42

 

A Maersk Oil informou que, até o momento, não foi comunicada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre a devolução pela OGX do bloco CE-M-663, na Bacia de Ceará, arrematado na 11ª Rodada de licitações, em maio. A companhia dinamarquesa pretende analisar e avaliar a possibilidade, caso receba o contato oficial da autarquia sobre o assunto.
No leilão de maio, a petroleira do grupo EBX, de Eike Batista, venceu a concessão do bloco, oferecendo um bônus de assinatura de R$ 70 milhões. Como a OGX informou hoje que devolverá o bloco à ANP, pelas regras do leilão, a área será ofertada aos demais concorrentes, por ordem de classificação. O segundo colocado foi o consórcio formado pela Maersk (50%) e a colombiana Ecopetrol (50%), que ofereceu um bônus de R$ 35,1 milhões.
“A Maersk Oil Brasil Informa que não foi contactada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre este assunto e que irá se posicionar com relação ao bloco CE-M-663 somente após a comunicação oficial da agência reguladora. Em caso de contato oficial, a proposta será analisada e avaliada pela empresa em momento oportuno, atendendo aos prazos e às regras estabelecidos no Edital da 11ª Rodada”, afirmou a Maersk em nota.
A britânica BP, também procurada pelo 'Valor', informou que não comentará o assunto. A petroleira foi a segunda colocada na disputa do bloco FZA-M-184, na Bacia da Foz do Amazonas, que também será devolvido pela OGX. A petroleira de Eike Batista ofereceu bônus de assinatura de R$ 30 milhões. Já a BP ofereceu R$ 10,3 milhões.
Pelas regras do leilão, para ficar com o bloco, o segundo colocado precisa cumprir a oferta feita pelo primeiro colocado. O objetivo da medida é evitar o conluio entre os participantes.

A Maersk Oil informou que, até o momento, não foi comunicada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre a devolução pela OGX do bloco CE-M-663, na Bacia de Ceará, arrematado na 11ª Rodada de licitações, em maio. A companhia dinamarquesa pretende analisar e avaliar a possibilidade, caso receba o contato oficial da autarquia sobre o assunto.


No leilão de maio, a petroleira do grupo EBX, de Eike Batista, venceu a concessão do bloco, oferecendo um bônus de assinatura de R$ 70 milhões. Como a OGX informou hoje que devolverá o bloco à ANP, pelas regras do leilão, a área será ofertada aos demais concorrentes, por ordem de classificação. O segundo colocado foi o consórcio formado pela Maersk (50%) e a colombiana Ecopetrol (50%), que ofereceu um bônus de R$ 35,1 milhões.


“A Maersk Oil Brasil Informa que não foi contactada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre este assunto e que irá se posicionar com relação ao bloco CE-M-663 somente após a comunicação oficial da agência reguladora. Em caso de contato oficial, a proposta será analisada e avaliada pela empresa em momento oportuno, atendendo aos prazos e às regras estabelecidos no Edital da 11ª Rodada”, afirmou a Maersk em nota.


A britânica BP, também procurada pelo 'Valor', informou que não comentará o assunto. A petroleira foi a segunda colocada na disputa do bloco FZA-M-184, na Bacia da Foz do Amazonas, que também será devolvido pela OGX. A petroleira de Eike Batista ofereceu bônus de assinatura de R$ 30 milhões. Já a BP ofereceu R$ 10,3 milhões.


Pelas regras do leilão, para ficar com o bloco, o segundo colocado precisa cumprir a oferta feita pelo primeiro colocado. O objetivo da medida é evitar o conluio entre os participantes.

 



Fonte: Valor Online
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