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Queda

Lucro da Energias do Brasil cai 36,8%

31/07/2008 | 04h51

A Energias do Brasil encerrou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 152,1 milhões, valor que ficou 36,8% abaixo dos R$ 240,8 milhões registrados em igual período de 2007. No segundo trimestre, o companhia apurou prejuízo líquido de R$ 4,02 milhões, ante lucro de R$ 112,8 milhões do período de abril a junho de 2007.

 

Segundo a empresa, estes números não representam os resultados efetivos da Energias do Brasil no período. Uma das subsidiárias da companhia, a Enerpeixe, tinha subvenção por meio de benefício fiscal do imposto de renda, concedido pela Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA). O benefício era registrado em reserva de capital no patrimônio líquido da Enerpeixe e, consequentemente, na controladora Energias do Brasil, como receita de equivalência patrimonial.

 

Com base em lei e instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o benefício da ADA passou a ser registrado na Enerpeixe em resultado de exercício futuro, no passivo não circulante. Assim, não mais haverá o registro da receita de equivalência patrimonial na controladora no resultado do período. O impacto no resultado consolidado do período primeiro semestre na Energias do Brasil foi de R$ 11,7 milhões.

 

Desconsiderando estes efeitos, o lucro líquido ajustado - que exclui impacto da amortização adicional do ágio da subsidiária Enersul no valor de R$ 129,6 milhões - no semestre seria de R$ 293,4 milhões, 21,8% superior aos R$ 240,8 milhões de igual período de 2007.

 

No segundo trimestre, a alta seria de 14,5%, com R$ 129,2 milhões de abril a junho deste ano, contra R$ 112,8 milhões do segundo trimestre de 2007. A receita operacional bruta foi de R$ 3,58 bilhões nos seis primeiros meses do ano, 2,6% maior que os R$ 3,49 bilhões de igual período de 2007.

 

No semestre encerrado em junho, a receita totalizou R$ 1,74 bilhão, queda de 1,5% na comparação com os R$ 1,76 bilhão de equivalente período de 2007.

 

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) fechou o semestre em R$ 706,7 milhões, 8,7% maior que os R$ 650,3 milhões de igual período de 2007. No segundo trimestre, a alta foi de 3,8%, com R$ 323,3 milhões este ano, ante R$ 311,6 milhões em 2007.

 

A geração de energia totalizou 2,96 milhões de megawatts/hora (MWh), volume 11,4% maior que os R$ 2,66 milhões dos seis primeiros meses do ano passado. A energia total distribuída foi de 12,73 milhões de MWh, contra 12,41 milhões de MWh - crescimento de 2,6%.

 

A energia comercializada atingiu R$ 3,57 milhões de MWh, recuo de 1% em relação ao volume vendido em igual período do ano passado, R$ 3,61 milhões de MWh.As perdas e diferenças na distribuição totalizaram 13,8% do total de energia requerida no segundo trimestre.

 

O volume cresceu 0,3 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre. De acordo com o presidente da Energias do Brasil, António Pita de Abreu, a companhia faz esforço para evitar o aumento das perdas.

 

"Não há nada que se possa fazer além de tentar manter as perdas nos níveis de agora. Nossa estratégia está ligada a fatores externos, que não dependem de nós, como a economia, a inflação e o custo de vida. Uma das coisas que estamos fazendo para reduzir as perdas é evitar as fraudes", disse o executivo.

 

No segundo trimestre, os investimentos da companhia foram de R$ 196,7 milhões, montante 54,1% superior ao registrado em igual período do ano passado. Esses investimentos foram distribuídos principalmente entre geração (33,5%) e distribuição (65,6%).

 

Na geração, o aumento dos investimentos foi decorrente das repotenciações das usinas hidrelétricas (UHEs) Mascarenhas e Suíça, ambas no Espírito Santo, além dos investimentos referentes à pequena central hidrelétrica (PCH) Santa Fé, em Minas Gerais.

 

Na distribuição, os investimentos somaram R$ 129,1 milhões dirigidos, principalmente, ao melhoramento das redes das subsidiárias Bandeirante, Escelsa e Enersul.



Fonte: Jornal do Commercio
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