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Lucro da Cosan sobe 63% no 4º trimestre

08/06/2011 | 09h51
Os resultados positivos de todas as unidades de negócios da Cosan contribuíram para que a companhia registrasse no quarto trimestre da safra 2010/11, encerrada em março deste ano, um lucro líquido de R$ 480,9 milhões, alta de 63,5% em relação ao resultado de igual trimestre do ciclo passado. No entanto, a variação cambial e a adesão ao Refis trouxeram para os doze meses da safra um lucro líquido menor do que na temporada passada. A companhia, que detém 50% da Raízen, empresa em associação com a petroleira Shell, teve lucro de R$ 771,6 milhões no ano fiscal, queda de 26% ante os R$ 1,05 bilhão da safra 2009/10.


"Se não fossem essas duas variáveis [mudança cambial e Refis], o resultado da companhia teria sido maior do que o do ano anterior", garante Marcos Lutz, presidente da Cosan.


Tanto que a geração de caixa, explica ele, foi maior. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,06 bilhão entre janeiro e março deste ano, ante os R$ 646,1 milhões do mesmo intervalo de 2010. No acumulado da safra, o Ebitda foi de R$ 2,67 bilhões, ante os R$ 2,18 bilhões da temporada passada. Para o próximo ano fiscal, a empresa prevê Ebitda entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2,2 bilhão, resultado que virá das áreas que não foram para a joint venture - Rumo, Radar, Cosan Alimentos e Lubrificantes - e de 50% do resultado esperado da Raízen, que reúne os ativos sucroalcooleiros e de distribuição da Cosan e os de distribuição de combustíveis da Shell.


O balanço segue o novo padrão contábil IFRS o que alterou alguns números. Entre eles, explica Lutz, está o impacto positivo de R$ 370,9 milhões no ano (R$ 292,4 milhões no ano anterior) de os tratos culturais no canavial serem considerados investimento e, por consequência, sua amortização ser considerada para cálculo do Ebitda, o que melhorou o custo caixa e o Ebitda da área de Açúcar e Álcool.


No quatro trimestre da safra 2010/11, a Cosan registrou uma receita de R$ 4,61 bilhões, ante as R$ 4,39 bilhões de igual intervalo do exercício anterior. O salto, entretanto, foi maior no acumulado do ano, quando a receita líquida atingiu R$ 18,06 bilhões, 18% mais do que os R$ 15,3 bilhões do ano-safra anterior.


Para a próxima temporada, a projeção da companhia é de uma receita entre R$ 25,5 bilhões e R$ 27,5 bilhões - número que também considera a receita esperada dos negócios da Cosan e 50% da originada na Raízen.


Os investimentos em cogeração de energia, na Rumo Logística e com a aquisição da usina Zanin, elevaram o endividamento líquido da Cosan para R$ 5,2 bilhões, R$ 1 bilhão a mais do que um ano antes. Marcelo Martins, diretor financeiro da companhia, pondera que o endividamento ainda equivale a apenas 1,97 vez o Ebitda. Ele explica que a empresa ainda tem outros investimentos a fazer nos próximos anos, na própria Cosan, sobretudo em logística, e também na Raízen, aportes que devem ter como foco açúcar, álcool e cogeração de energia. A empresa prevê despesas de capital entre R$ 2 bilhões e R$ 2,3 bilhões na próxima safra, entre volumes a serem investidos na Cosan e na Raízen. No ciclo recém finalizado, esse valor foi de R$ 3 bilhões.


Fonte: Valor Econômico
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