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Biodiesel

Logística é o entrave da aceleração

21/07/2006 | 00h00

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, condiciona a aceleração do cronograma do biodiesel à superação de problemas logísticos. "A meta de distribuição de biodiesel em todo o país poderá ser atecipada se houver uma avaliação de que o projeto está maduro e que os problemas logísticos foram superados", disse a ministra nesta quinta-feira (20/07), no Rio de Janeiro.

Em junho, produtores de biodiesel afirmaram ter sido obrigados a paralisar suas atividades porque tiveram uma sobrecarga de armazenagem. O excesso de estoque ocorreu porque a Petrobras Distribuidora adiou a recolhida de biodiesel dos tanques. Na opinão dos produtores, o atraso foi decorrente de problemas logísticos da estatal.

A presidente da Petrobras Distribuidora, Maria das Graças Foster, confirma o adiamento de recolhimento, mas nega que tenha ocorrido por problemas logísticos da estatal. A executiva afirma que a sobrecarga ocorreu porque as usinas produziram biodiesel fora das especificações definidas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).

Embora garanta a eficiência da empresa, Maria das Graças admite a necessidade de agilidade no processo logístico e informa que a distribuidora planeja um investimento de R$ 20 milhões nas bases de tancagem e mistura para atender à logística do biodiesel.

"Há muitas novidades nesse sistema, mas ele começa a se ajustar", resume Maria das Graças.

Com o objetivo de acelerar as adequações, a ANP criou um grupo de trabalho para discutir a logística do biodiesel. O grupo se reúne semanalmente para estudar a retirada do produto, armazenagem e transporte etc.

Atualmente, a Petrobras Distribuidora oferece a mistura de biodiesel a 2%, o B-2, em 1.500 postos em todo o país e planeja chegar ao final de 2006 distribuindo o novo combustível em 3.500 postos. A expectativa da empresa é de que, até o fim de 2007, o biodiesel B-2 já esteja em todos os 7 mil postos da rede da Petrobras.

Em função do volume de biodiesel disponível no país, a obrigatoriedade de mistura de 2% do biocombustível ao diesel (B-2) poderia ocorrer já em 2007, um ano antes da previsão inicial. Com isso, a determinação da mistura de 5%, o B-5, em 2013 também ocorreria antes.



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