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Empresas

LLX conclui negociação com Grupo EIG

11/10/2013 | 10h10

 

A LLX divulgou na quinta-feira (10) a conclusão das negociações com o Grupo EIG que, a partir de seus fundos de investimento, passará a ser o controlador da companhia na próxima segunda-feira (14). A negociação com o grupo americano foi iniciada em agosto deste ano e concluída em 15 de setembro, com a assinatura de um acordo definitivo de investimentos. Todas as condições precedentes previstas no acordo já foram cumpridas ou dispensadas.
“Estamos muito felizes por concluir a negociação com a LLX. Acreditamos que o Superporto do Açu é um ativo único, que irá atrair investimentos nacionais e internacionais, impulsionando o crescimento da empresa. Com sua localização privilegiada, o Superporto do Açu irá desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento das reservas abundantes de energia e recursos minerais do Brasil”, disse o CEO do Grupo EIG, R. Blair Thomas.
Para o CEO da LLX, Marcus Berto, “a conclusão da negociação demonstra que ativos de excelência como o Superporto do Açu são capazes de atrair para o Brasil grupos líderes internacionais para investir no setor de infraestrutura, e elevar a logística do país para outro padrão de eficiência, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento. Este investimento do Grupo EIG, junto com o suporte financeiro de bancos privados nacionais e estrangeiros, colocará a LLX como um grande player de logística no mercado mundial”.
No contexto da operação, a LLX divulgou a assinatura de compromisso de um novo financiamento no valor de R$ 900 milhões com os bancos Santander e Bradesco pelo prazo de 18 meses; a rolagem das duas parcelas do financiamento com o Banco Bradesco (no valor de R$ 345 milhões vencendo em Fevereiro de 2014 e R$ 467 milhões vencendo em Outubro de 2014) por 3 anos; e a rolagem do financiamento com o BNDES também por 3 anos (que aconteceu em setembro).
Além disso, o acordo entre as empresas também contempla a alienação de 30% da LLX Açu, atualmente detida pela Centennial (empresa administrada por Eike Batista), que nos próximos dias passará a ser controlada integralmente pela LLX. O documento também prevê a alienação para a LLX da participação de 50% detida pelo Grupo EBX na NFX Combustíveis Marítimos, joint venture com o Grupo BP.
Aumento de capital
A LLX também divulgou o início da operação de aumento de capital da companhia, no valor de R$ 1,3 bilhão, com ações emitidas a R$ 1,20. Está garantido aos atuais acionistas, na forma do art. 171 da Lei nº 6.404/76, o direito de preferência para participação no aumento de capital.
O Grupo EIG irá subscrever a totalidade das ações que poderiam ser subscritas pelo acionista controlador, que cederá gratuitamente seu direito de preferência. O Grupo se comprometeu, também, a subscrever a totalidade das ações não subscritas pelos acionistas minoritários, até o limite total de subscrição no montante de R$ 1,3 bilhão. A mudança de controle da LLX está prevista para entrar em vigor na segunda-feira (14).
Após a operação, Eike Batista (que já deixou de integrar o Conselho de Administração da companhia), continuará um acionista relevante, com aproximadamente 21%. Ele terá o direito de indicar um membro para o Conselho de Administração da LLX.
A empresa também informou a nova composição do Conselho de Administração da companhia que, a partir do próximo dia 14, passa a ser formado por 5 pessoas. São eles: Luiz Fontoura de Oliveira Reis Filho, Kevin Lee Lowder e R. Blair Thomas (todos indicados pelo Grupo EIG), além de Luiz do Amaral de França Pereira e Roberto D’Araujo Senna (presidente do Conselho).

A LLX divulgou na quinta-feira (10) a conclusão das negociações com o Grupo EIG que, a partir de seus fundos de investimento, passará a ser o controlador da companhia na próxima segunda-feira (14). A negociação com o grupo americano foi iniciada em agosto deste ano e concluída em 15 de setembro, com a assinatura de um acordo definitivo de investimentos. Todas as condições precedentes previstas no acordo já foram cumpridas ou dispensadas.

“Estamos muito felizes por concluir a negociação com a LLX. Acreditamos que o Superporto do Açu é um ativo único, que irá atrair investimentos nacionais e internacionais, impulsionando o crescimento da empresa. Com sua localização privilegiada, o Superporto do Açu irá desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento das reservas abundantes de energia e recursos minerais do Brasil”, disse o CEO do Grupo EIG, R. Blair Thomas.

Para o CEO da LLX, Marcus Berto, “a conclusão da negociação demonstra que ativos de excelência como o Superporto do Açu são capazes de atrair para o Brasil grupos líderes internacionais para investir no setor de infraestrutura, e elevar a logística do país para outro padrão de eficiência, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento. Este investimento do Grupo EIG, junto com o suporte financeiro de bancos privados nacionais e estrangeiros, colocará a LLX como um grande player de logística no mercado mundial”.

No contexto da operação, a LLX divulgou a assinatura de compromisso de um novo financiamento no valor de R$ 900 milhões com os bancos Santander e Bradesco pelo prazo de 18 meses; a rolagem das duas parcelas do financiamento com o Banco Bradesco (no valor de R$ 345 milhões vencendo em Fevereiro de 2014 e R$ 467 milhões vencendo em Outubro de 2014) por 3 anos; e a rolagem do financiamento com o BNDES também por 3 anos (que aconteceu em setembro).

Além disso, o acordo entre as empresas também contempla a alienação de 30% da LLX Açu, atualmente detida pela Centennial (empresa administrada por Eike Batista), que nos próximos dias passará a ser controlada integralmente pela LLX. O documento também prevê a alienação para a LLX da participação de 50% detida pelo Grupo EBX na NFX Combustíveis Marítimos, joint venture com o Grupo BP.


Aumento de capital

A LLX também divulgou o início da operação de aumento de capital da companhia, no valor de R$ 1,3 bilhão, com ações emitidas a R$ 1,20. Está garantido aos atuais acionistas, na forma do art. 171 da Lei nº 6.404/76, o direito de preferência para participação no aumento de capital.

O Grupo EIG irá subscrever a totalidade das ações que poderiam ser subscritas pelo acionista controlador, que cederá gratuitamente seu direito de preferência. O Grupo se comprometeu, também, a subscrever a totalidade das ações não subscritas pelos acionistas minoritários, até o limite total de subscrição no montante de R$ 1,3 bilhão. A mudança de controle da LLX está prevista para entrar em vigor na segunda-feira (14).

Após a operação, Eike Batista (que já deixou de integrar o Conselho de Administração da companhia), continuará um acionista relevante, com aproximadamente 21%. Ele terá o direito de indicar um membro para o Conselho de Administração da LLX.

A empresa também informou a nova composição do Conselho de Administração da companhia que, a partir do próximo dia 14, passa a ser formado por 5 pessoas. São eles: Luiz Fontoura de Oliveira Reis Filho, Kevin Lee Lowder e R. Blair Thomas (todos indicados pelo Grupo EIG), além de Luiz do Amaral de França Pereira e Roberto D’Araujo Senna (presidente do Conselho).

 



Fonte: Ascom LLX
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