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Light lucra R$ 84,1 milhões no 3º trimestre de 2012

12/11/2012 | 09h37
Light lucra R$ 84,1 milhões no 3º trimestre de 2012
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A Light S. A., holding que atua nos segmentos de distribuição, geração e comercialização de energia elétrica, comunicou lucro líquido de R$ 84,1 milhões no resultado consolidado do terceiro trimestre de 2012, em contraste com o prejuízo de R$ 1,6 milhão registrado no mesmo período, em 2011. O lucro líquido acumulado nos nove primeiros meses deste ano é de R$ 264 milhões, resultado 25,7% maior do que o alcançado nos três trimestres iniciais do ano anterior.
Segundo a empresa, todos os segmentos de negócio da companhia apresentaram crescimento de receita, com destaque para a atividade de comercialização e serviços, com aumento de 103,4% em relação ao 3T11 e receita de R$ 85,8 milhões.
O consumo total de energia da distribuidora, entre julho e setembro de 2012, foi 3,5% maior que no mesmo trimestre do ano passado, somando 5.486 GWh. O resultado foi influenciado, principalmente, pelo aumento do consumo no segmento comercial, de 1.807 GWh, valor que representa crescimento de 13,3% em comparação com igual período de 2011.
O EBITDA (lucro antes de impostos, depreciações e amortização) consolidado do terceiro trimestre foi de R$ 269,5 milhões, 12,4% superior ao realizado no 3T11. A margem EBITDA do trimestre foi de 17,1%, em comparação com 16,8% no 3T11. O bom desempenho se deve principalmente ao segmento de Geração, com o aumento de 30,3% nas vendas no Ambiente de Contratação Livre (compra e venda de energia elétrica a preços livremente negociados), além da comercialização de energia incentivada proveniente da nova PCH Paracambi. A receita líquida de R$ 12 milhões da Renova também contribuiu para o crescimento da receita e do EBITDA, tendo em vista a entrada em operação do seu primeiro parque eólico em julho deste ano.
Vale ressaltar que, considerando os ativos e passivos regulatórios (CVA) que não são registrados na demonstração de resultado, o EBITDA ajustado teria sido de R$ 388,2 milhões, 9,5% superior ao do 3T11. Isso porque, embora a variação cambial tenha afetado os custos com a compra de energia de Itaipu e o aumento do preço da energia de curto prazo (PLD) tenha impactado o custo dos contratos por disponibilidade com as usinas térmicas, os seus créditos correspondentes na CVA são registrados apenas à parte das demonstrações financeiras.
A taxa de arrecadação dos últimos 12 meses totalizou 98,3% do faturamento, 1,1 p.p. acima do nível observado em setembro de 2011. No 3º trimestre de 2012, esta taxa atingiu 97,8% do total faturado, 0,1 p.p. maior que o índice alcançado no mesmo período de 2011. O segmento de varejo foi o destaque neste trimestre, apresentando, sozinho, uma taxa de 96,3% e crescimento de 3,3 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado.
As perdas não técnicas dos últimos 12 meses foram de 43,1%, calculadas sobre o mercado faturado de baixa tensão (critério Aneel), representando um aumento de 0,9 p.p. em relação a junho de 2012. O resultado foi impactado pela mudança de critério no tratamento de clientes com inadimplência de longa data, que passaram a ser considerados como perda de energia.
No âmbito do programa de novas tecnologias para redução das perdas, o ritmo de instalação acelerou neste ano, alcançando em setembro de 2012 um total de 283 mil medidores eletrônicos instalados e 270 mil clientes com rede blindada. De acordo com o planejado para 2012, o ano se encerrará com um universo de 318 mil medidores eletrônicos instalados. As regularizações de fraude totalizaram 38.372 clientes normalizados no ano. A nova estratégia adotada para inspeções aumentou a incorporação de energia para 90,3 GWh, um aumento de 20,2%, demonstrando a maior eficácia das normalizações e fiscalizações.

A Light S. A., holding que atua nos segmentos de distribuição, geração e comercialização de energia elétrica, comunicou lucro líquido de R$ 84,1 milhões no resultado consolidado do terceiro trimestre de 2012, em contraste com o prejuízo de R$ 1,6 milhão registrado no mesmo período, em 2011. O lucro líquido acumulado nos nove primeiros meses deste ano é de R$ 264 milhões, resultado 25,7% maior do que o alcançado nos três trimestres iniciais do ano anterior.


Segundo a empresa, todos os segmentos de negócio da companhia apresentaram crescimento de receita, com destaque para a atividade de comercialização e serviços, com aumento de 103,4% em relação ao 3T11 e receita de R$ 85,8 milhões.


O consumo total de energia da distribuidora, entre julho e setembro de 2012, foi 3,5% maior que no mesmo trimestre do ano passado, somando 5.486 GWh. O resultado foi influenciado, principalmente, pelo aumento do consumo no segmento comercial, de 1.807 GWh, valor que representa crescimento de 13,3% em comparação com igual período de 2011.


O EBITDA (lucro antes de impostos, depreciações e amortização) consolidado do terceiro trimestre foi de R$ 269,5 milhões, 12,4% superior ao realizado no 3T11. A margem EBITDA do trimestre foi de 17,1%, em comparação com 16,8% no 3T11. O bom desempenho se deve principalmente ao segmento de Geração, com o aumento de 30,3% nas vendas no Ambiente de Contratação Livre (compra e venda de energia elétrica a preços livremente negociados), além da comercialização de energia incentivada proveniente da nova PCH Paracambi. A receita líquida de R$ 12 milhões da Renova também contribuiu para o crescimento da receita e do EBITDA, tendo em vista a entrada em operação do seu primeiro parque eólico em julho deste ano.


Vale ressaltar que, considerando os ativos e passivos regulatórios (CVA) que não são registrados na demonstração de resultado, o EBITDA ajustado teria sido de R$ 388,2 milhões, 9,5% superior ao do 3T11. Isso porque, embora a variação cambial tenha afetado os custos com a compra de energia de Itaipu e o aumento do preço da energia de curto prazo (PLD) tenha impactado o custo dos contratos por disponibilidade com as usinas térmicas, os seus créditos correspondentes na CVA são registrados apenas à parte das demonstrações financeiras.


A taxa de arrecadação dos últimos 12 meses totalizou 98,3% do faturamento, 1,1 p.p. acima do nível observado em setembro de 2011. No 3º trimestre de 2012, esta taxa atingiu 97,8% do total faturado, 0,1 p.p. maior que o índice alcançado no mesmo período de 2011. O segmento de varejo foi o destaque neste trimestre, apresentando, sozinho, uma taxa de 96,3% e crescimento de 3,3 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado.


As perdas não técnicas dos últimos 12 meses foram de 43,1%, calculadas sobre o mercado faturado de baixa tensão (critério Aneel), representando um aumento de 0,9 p.p. em relação a junho de 2012. O resultado foi impactado pela mudança de critério no tratamento de clientes com inadimplência de longa data, que passaram a ser considerados como perda de energia.


No âmbito do programa de novas tecnologias para redução das perdas, o ritmo de instalação acelerou neste ano, alcançando em setembro de 2012 um total de 283 mil medidores eletrônicos instalados e 270 mil clientes com rede blindada. De acordo com o planejado para 2012, o ano se encerrará com um universo de 318 mil medidores eletrônicos instalados. As regularizações de fraude totalizaram 38.372 clientes normalizados no ano. A nova estratégia adotada para inspeções aumentou a incorporação de energia para 90,3 GWh, um aumento de 20,2%, demonstrando a maior eficácia das normalizações e fiscalizações.



Fonte: Redação
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