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Investimentos

Leilão do pré-sal pode ter a ExxonMobil, Petronas, Saudi Aramco e Gazprom na disputa das áreas

06/07/2017 | 11h07
Leilão do pré-sal pode ter a ExxonMobil, Petronas, Saudi Aramco e Gazprom na disputa das áreas
Cortesia Statoil Cortesia Statoil

Segundo analistas estrangeiros, o aumento da produção e o alto nível de produtividade dos blocos de petróleo da pré-sal do Brasil devem ajudar o governo a atrair investimentos das grandes operadoras internacionais nos próximos leilões de petróleo previstos para outubro. A ExxonMobil dos EUA, a Petronas da Malásia e a Rosneft e a Gazprom da Rússia deverão vir com tudo.

A Exxon, a maior empresa petrolífera de capital aberto do mundo, tem poucas operações de petróleo no Brasil onde seu foco maior está na produção de produtos químicos e polímeros e em dois blocos de gás onshore em Sergipe e Ceará. O governo brasileiro, que visitou a sede da empresa nos Estados Unidos três vezes este ano, espera que isso mude. "Tivemos um contato próximo com a empresa e o interesse de investimento no país é muito grande", disse Marcio Félix, secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia.

Depois que estudos mostraram que as reservas na camada poderiam atingir até 100 bilhões de barris de petróleo recuperável, dados que podem colocar o Brasil junto a importantes produtores mundiais como o Iraque, os Estados Unidos e Arábia Saudita. A Exxon atua para tentar uma parceria com o Total da França e a norueguesa Statoil para explorar áreas do pré-sal com a Petrobras.

Os russos estão chegando

A recente visita do presidente Michel Temer à Rússia também pode também resultar em oportunidades de investimentos em E&P no Brasil. Executivos de Gazprom e Lukoil e o presidente russo, Vladimir Putin, se encontraram com representantes do governo brasileiro no Kremlin durante horas para analisar dados pré-sal. A produção na camada pré-sal brasileira atingiu 1,570 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boed) em maio.

Outra empresa petrolífera russa, a Rosneft, que explora gás e petróleo em blocos localizados na Bacia Solimões, no Amazonas, é também um forte candidato a participar do leilão de áreas petrolíferas em 27 de outubro.

Chineses e a Petrobras

"A expectativa é que os chineses tenham uma posição maior na indústria de petróleo e gás. Isso, sem dúvida, acontecerá através de mais parcerias com a Petrobras, que domina a exploração de águas ultra profundas ", disse Anderson Dutra, sócio da área KPMG Oil & Gas no Brasil. Ontem, a Petrobras e a CNPC da China, que faz parte do consórcio Libra, assinaram um acordo de aliança no Brasil.

De acordo com a Petrobras, este acordo é significativo para cumprir seu plano de negócios e gerenciamento para o período 2017-2021 e alcançar seus objetivos de alienação até o final do ano que vem.

Há rumores de que a CNPC assumirá os trabalhos na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), parou desde 2015, com a compra de uma participação minoritária no projeto. A unidade de refinaria produzirá nafta, óleo diesel, querosene de aviação e gás de cozinha. Outra empresa estatal chinesa que pode expandir sua presença é o CNOOC.

Dutra da KPMG diz ainda que, uma das surpresas nestas rodadas de licitação pode ser a Saudi Aramco, da Arábia Saudita. A companhia de petróleo está se preparando para uma oferta pública inicial desde 2016. "O interesse deles é expandir o desempenho internacional e as reservas brasileiras podem ser estratégicas". O Qatar Petroleum, que pagou US$ 1 bilhão à Shell por uma participação de 23% no Parque das O projeto Conchas na Bacia de Campos é outro forte candidato.

Sobre o Repetro

Considerada uma condição essencial para o sucesso dos leilões de petróleo de outubro, a renovação do Repetro, um programa de isenção de impostos para equipamentos importados utilizados em projetos de exploração de petróleo no Brasil, é uma condição essencial para o sucesso dos leilões de petróleo de outubro. Os investimentos diretos dessas áreas podem atingir US$ 83 bilhões, de acordo com as estimativas da ANP.

O governo brasileiro também concedeu algumas outras vantagens para os investidores estrangeiros, como reduzir a necessidade de usar equipamentos e serviços locais para explorar áreas petrolíferas e acabar com a exclusividade da Petrobras para operar campos petrolíferos na camada de pré-sal.

Que venham todos!



Fonte: Redação
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