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Eletricidade

Leilão de energia para 2016 contrata 1.211,5 MW de 42 projetos de geração

20/12/2011 | 16h55
O Leilão de Energia A-5/2011, realizado hoje (20) contratou 42 projetos de geração de eletricidade, com capacidade instalada total de 1.211,5 megawatts (MW). O preço médio ao final do certame foi de R$ 102,18/MWh, alcançando um deságio médio de 8,77%. O Leilão atendeu a 100% da demanda das concessionárias de distribuição, que contrataram a energia negociada. Os 42 projetos serão instalados nos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, e demandarão investimentos da ordem de R$ 4,3 bilhões.

Assim como nos últimos leilões de geração realizados pelo Governo Federal, a fonte eólica foi o grande destaque desta licitação, com 39 projetos negociados somando 976,5 MW. Este montante equivale a 81% da potência total negociada no leilão. A usina hidrelétrica de São Roque, em Santa Catarina, foi arrematada pela empresa Desenvix ao preço de R$ 91,20/MWh - deságio de aproximadamente 35% em relação ao preço inicial de R$ 123/MWh.

Na avaliação do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, o leilão foi muito bem sucedido, na medida em que toda a demanda foi atendida integralmente por fontes renováveis. Segundo ele, este fato contribuirá para a manutenção do alto percentual (cerca de 90%) de renovabilidade da matriz elétrica brasileira. Tolmasquim também destacou o forte deságio obtido na disputa pela hidrelétrica de São Roque, fazendo com que o preço final de venda se aproximasse ao das usinas de grande porte da região Norte.

“É importante destacar que a contratação de usinas eólicas e hidrelétrica é muito interessante para o país, já que se trata de duas fontes renováveis e complementares entre si”, observou Tolmasquim. Ele frisou ainda que, de todo o montante de energia transacionado nos três leilões de geração realizados em 2011, apenas dois projetos (termelétricos a gás natural, vendidos no Leilão A-3) não utilizam fontes renováveis como combustível.


Fonte: Redação
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