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Eletricidade

Leilão de energia é adiado novamente pela Aneel

14/09/2012 | 11h59

 

A previsão para a realização do leilão de energia A-3, em que os empreendimentos licitados têm de ser entregues em três anos, foi adiada na quinta-feira (13), mais uma vez, de 11 para 18 de outubro. A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em reunião de diretoria. Apesar da data marcada, há dúvida no mercado se a concorrência realmente vai acontecer, já que as distribuidoras de energia estão sobrecontratadas.
Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), explicou que não há demanda de energia para o leilão A-3. De acordo com ele, o certame só ocorrerá se a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) cassar as usinas térmicas da Bertin. A EPE espera que a decisão seja tomada dentro das próximas duas semanas pela agência reguladora para que haja tempo do leilão acontecer.
"Não é um problema da vontade só da Aneel. Eu tenho conversado, eles estão empenhados, mas tem uma série de procedimentos", disse o presidente da EPE, que participou, na quinta, do Energy Summit 2012. "Isso é uma medida importante e séria, e é claro que a empresa tem que ter direito a todas as defesas, todos os argumentos", ponderou.
Já o leilão de energia A-5, para entrega em cinco anos, está confirmado para 25 de outubro. Tolmasquim confirmou a participação, no A-5, das usinas hidrelétricas Ribeiro Gonçalves, Estreito Parnaíba, Castelhano e Cachoeira, no rio Parnaíba, entre o Piauí e o Maranhão; Sinop, no rio Teles Pires (MG); e Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari (AP). "São Manoel [no rio Teles Pires, entre Pará e Mato Grosso] não deve ser para este ano", disse.
Em sua palestra durante o evento, Tolmasquim afirmou também que a previsão de produção de etanol da EPE para 2020 deverá ser reduzida de 73 bilhões de litros por ano para 63 bilhões de litros por ano. No entanto, frisou que a nova previsão é ainda otimista. Segundo ele, a indústria de cana brasileira passou por vários problemas climáticos importantes que atrapalharam o desenvolvimento do setor.

A previsão para a realização do leilão de energia A-3, em que os empreendimentos licitados têm de ser entregues em três anos, foi adiada na quinta-feira (13), mais uma vez, de 11 para 18 de outubro. A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em reunião de diretoria. Apesar da data marcada, há dúvida no mercado se a concorrência realmente vai acontecer, já que as distribuidoras de energia estão sobrecontratadas.


Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), explicou que não há demanda de energia para o leilão A-3. De acordo com ele, o certame só ocorrerá se a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) cassar as usinas térmicas da Bertin. A EPE espera que a decisão seja tomada dentro das próximas duas semanas pela agência reguladora para que haja tempo do leilão acontecer.


"Não é um problema da vontade só da Aneel. Eu tenho conversado, eles estão empenhados, mas tem uma série de procedimentos", disse o presidente da EPE, que participou, na quinta, do Energy Summit 2012. "Isso é uma medida importante e séria, e é claro que a empresa tem que ter direito a todas as defesas, todos os argumentos", ponderou.


Já o leilão de energia A-5, para entrega em cinco anos, está confirmado para 25 de outubro. Tolmasquim confirmou a participação, no A-5, das usinas hidrelétricas Ribeiro Gonçalves, Estreito Parnaíba, Castelhano e Cachoeira, no rio Parnaíba, entre o Piauí e o Maranhão; Sinop, no rio Teles Pires (MG); e Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari (AP). "São Manoel [no rio Teles Pires, entre Pará e Mato Grosso] não deve ser para este ano", disse.


Em sua palestra durante o evento, Tolmasquim afirmou também que a previsão de produção de etanol da EPE para 2020 deverá ser reduzida de 73 bilhões de litros por ano para 63 bilhões de litros por ano. No entanto, frisou que a nova previsão é ainda otimista. Segundo ele, a indústria de cana brasileira passou por vários problemas climáticos importantes que atrapalharam o desenvolvimento do setor.

 



Fonte: Valor Econômico
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