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Aneel

Leilão de energia cobriu 85% da exposição até o fim do ano

30/04/2014 | 16h04

 

O leilão de energia realizado na manhã desta quarta-feira permitiu às distribuidoras cobrirem 85% de sua necessidade de compra até o fim do ano, de acordo com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.
No certame, foram contratados 2046 megawatts (MW) médios, sendo que as distribuidoras informaram precisar de 2400 MW.
Com esse resultado, a exposição involuntária das distribuidoras — volume de energia que elas tentaram contratar de geradores em leilões anteriores para atender sua demanda, mas não conseguiram porque não houve interessados em vender energia ao preço sugerido pelo governo — foi reduzida a 354 MW médios.
“O leilão foi um sucesso. O problema está praticamente resolvido”, comemorou o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim. 
Segundo ele, o leilão superou as expectativas do governo, não só pelo montante de energia negociada, mas também pela quantidade de participantes. Dez empresas venderam energia proveniente de 20 usinas, com forte presença do setor privado. 
“Foi uma decisão acertada fazer esse leilão”, avaliou o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann. Para incentivar as geradoras a trocar o alto, porém instável, ganho no mercado livre pela segurança de contratos mais baratos, o governo acenou com prazos.  Os contratos negociados no leilão de hoje têm vigência até o fim de 2019.
No leilão, a energia proveniente de hidrelétricas foi vendida a R$ 270,81 por megawatt-hora (MWh) e a gerada por térmicas foi ofertada a R$ 262 (MWh). Desde fevereiro, a energia no mercado à vista é cotada no teto fixado pela Aneel, de R$ 823 por MWh. A expectativa do governo era vender entre 1,5 mil e 2 mil MW médios.

O leilão de energia realizado na manhã desta quarta-feira permitiu às distribuidoras cobrirem 85% de sua necessidade de compra até o fim do ano, de acordo com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.

No certame, foram contratados 2046 megawatts (MW) médios, sendo que as distribuidoras informaram precisar de 2400 MW.

Com esse resultado, a exposição involuntária das distribuidoras — volume de energia que elas tentaram contratar de geradores em leilões anteriores para atender sua demanda, mas não conseguiram porque não houve interessados em vender energia ao preço sugerido pelo governo — foi reduzida a 354 MW médios.

“O leilão foi um sucesso. O problema está praticamente resolvido”, comemorou o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim. 

Segundo ele, o leilão superou as expectativas do governo, não só pelo montante de energia negociada, mas também pela quantidade de participantes. Dez empresas venderam energia proveniente de 20 usinas, com forte presença do setor privado. 

“Foi uma decisão acertada fazer esse leilão”, avaliou o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann. Para incentivar as geradoras a trocar o alto, porém instável, ganho no mercado livre pela segurança de contratos mais baratos, o governo acenou com prazos.  Os contratos negociados no leilão de hoje têm vigência até o fim de 2019.

No leilão, a energia proveniente de hidrelétricas foi vendida a R$ 270,81 por megawatt-hora (MWh) e a gerada por térmicas foi ofertada a R$ 262 (MWh). Desde fevereiro, a energia no mercado à vista é cotada no teto fixado pela Aneel, de R$ 823 por MWh. A expectativa do governo era vender entre 1,5 mil e 2 mil MW médios.



Fonte: Valor Econômico
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