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Kvaerner avança sobre o mercado de pós-venda

09/06/2005 | 00h00

Depois de passar por uma fase de preparação e estruturação ao longo do ano passado, as novas instalações da Kvaerner Oilfield Products (KOP) em Rio das Ostras começam a deslanchar projetos com foco no mercado de pós-venda. A unidade, cuja construção na Zona Especial de Negócios (ZEN) foi concluída no final de 2003 e custou R$ 8,5 milhões, já tem como certos contratos com a Petrobras para manutenção de ferramentas de árvore de natal, sistemas de controle e assistência técnica offshore na Bacia de Campos.

O presidente da Kvaerner Oilfield Products (KOP) do Brasil, Marcelo Taulois, disse nesta quinta-feira (9/06), durante a conferência Subsea Rio, que a empresa está fazendo os últimos acertos com a estatal para fechar o contrato para serviços de árvore de natal, que terá duração de seis anos. "O contrato só vai entrar em operação no ano que vem, quando entregarmos a primeira árvore. Mas vamos fazer tudo: manutenção, preservação, fornecer ferramenta, equipe e logística. Isso ninguém está fazendo hoje", explicou Taulois.

Segundo o executivo, a unidade de Rio das Ostras foi concebida para aproveitar as oportunidades surgidas a partir da mudança de visão que a Petrobras vem implementando gradualmente em sua forma de atuação. Nos últimos anos, a estatal vem concentrando cada vez mais o seu foco na produção e deixando a parte relativa à manutenção de equipamentos e serviços de engenharia em geral para empresas especializadas.

Para isso, a estatal vem conduzindo uma reestruturação do sistema de contratos, que estão adquirindo abrangência de serviços e prazos maiores. "É um mercado importante, porque temos que garantir, após a entrega do equipamento do projeto, a presença integral para dar o apoio de manutenção e assistência técnica. O senso de urgência é muito grande", disse o presidente da KOP do Brasil.

Da forma como a nova base foi estruturada, a partir do momento em que o equipamento deixa a fábrica da empresa, em Curitiba, a responsabilidade passa a ser das instalações de Rio das Ostras. E essa responsabilidade, destacou Taulois, inclui até a execução de tarefas resultantes de situações como modificações de projeto, por exemplo.

"A unidade foi criada para atender todo o Brasil e não somente a Bacia de Campos. Vitória vai ter um boom nos próximos anos, mas acredito que vamos continuar suprindo instalações já existentes. Para justificar uma nova instalação lá tem que ter muitos equipamentos instalados, o que não acontece hoje. Até porque a mão-de-obra especializada está em Macaé", justificou.



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