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Setor Elétrico

Jirau já tem 15 turbinas operando

27/10/2014 | 10h13

 

O consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR) colocou em operação comercial na última semana a 15ª turbina da hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO). A unidade tem 75 megawatts (MW) de potência. Ao todo, a usina terá 50 turbinas, totalizando 3.750 MW de capacidade instalada.
Com a partida da máquina, restará colocar apenas mais uma turbina em operação para a usina recuperar o cronograma acertado com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2008. Isso porque, por contrato, a 17ª máquina só precisa entrar em funcionamento em março de 2015.
Em entrevista ao Valor em setembro, Maurício Bähr, presidente da GDF Suez no Brasil, maior acionista do ESBR, afirmou que o cronograma será corrigido ainda este mês. A expectativa do grupo é que a usina feche o ano com algo entre 20 a 24 máquinas em operação.
Com relação aos atrasos já registrados na obra, o ESBR está protegido por uma liminar contra a necessidade de comprar energia para honrar compromissos na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Ao mesmo tempo, o consórcio discute com a Aneel o número de dias de "excludente de responsabilidade" a que terá direito, depois da comprovação de fatos de força maior que afetaram as obras da usina, como incêndios intencionais no canteiro de obras e a greve da Receita Federal, que afetou a entrega de equipamentos.
A GDF Suez tem fatia de 40% no consórcio. Os demais acionistas são Chesf e Eletrosul e a japonesa Mitsui, cada um com 20%.

O consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR) colocou em operação comercial na última semana a 15ª turbina da hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO).

A unidade tem 75 megawatts (MW) de potência. Ao todo, a usina terá 50 turbinas, totalizando 3.750 MW de capacidade instalada.

Com a partida da máquina, restará colocar apenas mais uma turbina em operação para a usina recuperar o cronograma acertado com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2008.

Isso porque, por contrato, a 17ª máquina só precisa entrar em funcionamento em março de 2015.

Em entrevista ao Valor em setembro, Maurício Bähr, presidente da GDF Suez no Brasil, maior acionista do ESBR, afirmou que o cronograma será corrigido ainda este mês.

A expectativa do grupo é que a usina feche o ano com algo entre 20 a 24 máquinas em operação.

Com relação aos atrasos já registrados na obra, o ESBR está protegido por uma liminar contra a necessidade de comprar energia para honrar compromissos na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Ao mesmo tempo, o consórcio discute com a Aneel o número de dias de "excludente de responsabilidade" a que terá direito, depois da comprovação de fatos de força maior que afetaram as obras da usina, como incêndios intencionais no canteiro de obras e a greve da Receita Federal, que afetou a entrega de equipamentos.

A GDF Suez tem fatia de 40% no consórcio. Os demais acionistas são Chesf e Eletrosul e a japonesa Mitsui, cada um com 20%.

 



Fonte: Valor Online
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