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Energia

Jirau entra em operação até junho

02/05/2013 | 17h21

 

O grupo francês GDF Suez prevê iniciar as operações da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), até o fim de junho. A entrada em funcionamento da usina vai aliviar o estresse na oferta de energia hidráulica no país, causado pela escassez de chuvas durante o verão. Em teleconferência com analistas na terça-feira, Elio Wolff, gerente da GDF Suez Latin America, que detém 60% da usina, afirmou que o reservatório da margem esquerda de Jirau já começou a ser enchido.
A hidrelétrica foi leiloada em maio de 2008, quando foram comercializados 1,383 mil MW para entrega a partir de março de 2013, a R$ 93,3 MWh. Outros 209 MW, que começarão a ser entregues a partir de março de 2014, foram vendidos por R$ 112,30.
O custo total de Jirau será de R$ 16,3 bilhões - se considerados os valores atualizados até março deste ano. Em dezembro de 2012, os investimentos na hidrelétrica estavam orçados em R$ 15,7 bilhões.
Havia expectativas que a GDF Suez transferisse ainda neste ano suas ações em Jirau para sua subsidiária brasileira, a Tractebel. Mas o presidente da companhia, Manoel Zaroni, sugeriu que a operação, avaliada em R$ 2,8 bilhões, só deve ocorrer em 2014, o que foi bem recebido pelos investidores. Com o adiamento, a Tractebel pode economizar o seu caixa e pagar dividendos mais generosos aos acionistas em 2013, na avaliação do analista do Itaú BBA, Marcos Severine.
Este deve ser um ano excelente para a geradora, que apresentou fortes resultados no primeiro trimestre. Seu lucro líquido foi 30% maior que o obtido nos três primeiros meses de 2012, totalizando R$ 424,9 milhões. "A companhia bateu seu recorde de geração em três ocasiões no trimestre, alcançando, na última delas, 7,757 mil MW", informou a Tractebel, a maior geradora privada brasileira.
Neste ano, todas as usinas térmicas do país precisam ser ligadas devido à queda na geração hidráulica. A Tractebel possui quatro termelétricas, que respondem por 17% de sua capacidade instalada. A empresa também foi uma das geradoras que mais ganharam dinheiro com a alocação de um grande volume de energia em janeiro, quando os preços spot dispararam. Outras companhias, como a Eletrobras, ao contrário, tiveram de amargar fortes prejuízos. A receita da Tractebel cresceu 20,6% no primeiro trimestre, totalizando R$ 1,39 bilhão.

O grupo francês GDF Suez prevê iniciar as operações da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), até o fim de junho. A entrada em funcionamento da usina vai aliviar o estresse na oferta de energia hidráulica no país, causado pela escassez de chuvas durante o verão. Em teleconferência com analistas na terça-feira, Elio Wolff, gerente da GDF Suez Latin America, que detém 60% da usina, afirmou que o reservatório da margem esquerda de Jirau já começou a ser enchido.


A hidrelétrica foi leiloada em maio de 2008, quando foram comercializados 1,383 mil MW para entrega a partir de março de 2013, a R$ 93,3 MWh. Outros 209 MW, que começarão a ser entregues a partir de março de 2014, foram vendidos por R$ 112,30.


O custo total de Jirau será de R$ 16,3 bilhões - se considerados os valores atualizados até março deste ano. Em dezembro de 2012, os investimentos na hidrelétrica estavam orçados em R$ 15,7 bilhões.


Havia expectativas que a GDF Suez transferisse ainda neste ano suas ações em Jirau para sua subsidiária brasileira, a Tractebel. Mas o presidente da companhia, Manoel Zaroni, sugeriu que a operação, avaliada em R$ 2,8 bilhões, só deve ocorrer em 2014, o que foi bem recebido pelos investidores. Com o adiamento, a Tractebel pode economizar o seu caixa e pagar dividendos mais generosos aos acionistas em 2013, na avaliação do analista do Itaú BBA, Marcos Severine.


Este deve ser um ano excelente para a geradora, que apresentou fortes resultados no primeiro trimestre. Seu lucro líquido foi 30% maior que o obtido nos três primeiros meses de 2012, totalizando R$ 424,9 milhões. "A companhia bateu seu recorde de geração em três ocasiões no trimestre, alcançando, na última delas, 7,757 mil MW", informou a Tractebel, a maior geradora privada brasileira.


Neste ano, todas as usinas térmicas do país precisam ser ligadas devido à queda na geração hidráulica. A Tractebel possui quatro termelétricas, que respondem por 17% de sua capacidade instalada. A empresa também foi uma das geradoras que mais ganharam dinheiro com a alocação de um grande volume de energia em janeiro, quando os preços spot dispararam. Outras companhias, como a Eletrobras, ao contrário, tiveram de amargar fortes prejuízos. A receita da Tractebel cresceu 20,6% no primeiro trimestre, totalizando R$ 1,39 bilhão.

 



Fonte: Valor Econômico
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